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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Deh(ngosas)

Deh(ngosas)

Duas mulheres se entrelaçando e arfando
Coisa que muitos sonham em só ficar olhando
Mas na verdade é tão intenso e plastico
Que extasiadas somam-se e na união vocação
Um tesão com força e suavidade que nasce
De todas as maneiras , mas entre as coxas
Deixando vulva molhada e mel escorrendo
Lindas e maravilhosas se tocando, no ouvido
Palavras de luxuria que só seres que são par
Teen direito de falar, coisas e besteiras impar
Mas deslisando a boca, e que boca você tem
Que deixa todos os beijados sem nenhum ar
Mas querendo muito mais e se for no corpo
Não da para ninguém segura o orgasmo faz amar
E as duas se envolve e sim tem paixão
Com ou sem consentimento de terceiros violar
O padrão hipócrita dos maus amados e vulgares
Mas que se comunicarão entre si e nas curvas
Que em ti são plasticidade e de veludo rosa
Onde outra mulher e femeá sabe te buscar
E os dedos de ambas, do mundo desconectar
Pois sabem onde desenhar a geografia peculiar
Da boca deliciosa vermelha aos ombros angular
E os seios de menina-moça ,dança 4 mamilos, ligar
Antes das ancas as cinturas, violão para tocar e arrepiar
Pois nelas a língua afiada devagar, lamber e pontilhar
E num encaixe perfeito clítoris e vulva grudar
Orgiasticamente ao céu molhado conjugar

Ulisses Reis®
26/09/2013

Para Feiticeirinha ( Deh )


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Paraíso

Paraíso


Nesses fios retos e contínuos, cabelos e teu sorriso
Viajo na beleza e no conforto dos teus beijos
Lá encontro o que quero e você ainda tem aviso
A me dar para refletir, nestas curvas deslisantes, seja liso!
Nenhum ser é habitante, então seja um raro e aqui delirante
Aproveite o néctar e vá avante inciso e seja verdade e amante
Deixe te mostra a capacidade que tenho de lhe desenhar preciso
Pois comigo como par de comando, você vai voar intensamente
Entre nuvens e pulsar acelerado, cardíaco afobado, céu é piso
Sentidos alado e boca aguçada, vermelha e ardente
Entre as coxas, fogo e paixão queimando, entranhas é paraíso
Sentir cada movimento sem deixar perder a louca razão latente
E cada segundo o nirvana vem e se aproxima e eu diviso
Que vamos prolongar a unção, aumentar a contração querente
Vem mesmo depois do teu aviso, agora sou hospede pedinte e friso
Juntos e uníssonos, conjunção e conspiração, comunhão presente

Ulisses Reis

22/09/2013


Para Deh

domingo, 22 de setembro de 2013

Importa


Importa

Tudo em você importa menos a distancia
Pois teu coração vem a boca no beijo de longe
Confio em ti como na Virgem, mas esta na porta
Olhando sempre para o futuro que não é constante
Deixa eu entrar e te ver como realmente tu és vibrante
Posso usar todo meu vocábulo, mas em ti me acabo
Tudo em você me importa palavras e maneiras
Contigo fico ajudando e chocando jacaré de bobeira
Mas sei que posso até olhar para a mulher e desenhar
As curvas com meus olhos sem te violentar, vislumbrar
Da boca ao ombro deslisar e por tatuagens saborear
Mesmo que a distancia seja um pedaço de chão pequeno
Isso não me impede de em ti a geografia ver e sentir
Não o que outros possam fazer ou regular, nem inventar
Tudo em você importa e assim abrindo o coração
Que é uma das mais pelas portas, deixo vazar e me solto
Sei que a confiança é de pura cumplicidade e diferenças
Nas quais somamos e deixamos os sentidos ungidos
E sei que você se mostra menina mesmo não querendo
Não adianta essa flor pode até ter espinhos, mas e veludo
De macies clássica e curvas delgadas e sinuosas
Onde desejos afloram como corre descendo cachoeira
Tudo em você importa, menos a pequena distancia
Pois você me vem e trás contigo tua alteza e pimenta
Onde deito com vontade e deleite na bela Deh (licia)
Que pode arder como chama e nos lábios oásis e descanso
No ouvido arfar e descontrole meu, pois você é comando
Nunca seria outra coisa se não par e equidistante coração
Mas na luxuria vem carmim e de mim tira tudo e se entrega
Com feitiço de hospedagem faz desse que escreve tua carruagem
Onde te levo pode haver um pouco de verdade
E nada mais importa, só você importa



Ulisses Reis®
22/09/2013

Para Deh

Luxuriante

Luxuriante

Venho descendo e nos lábios abundantes
Paro e desliso a língua de encontro sou viajante
Neles sinto a energia e a alma pura flamejante
Mas não é só minha a vontade aqui ela é autocolante
Sem se mover ela sabe que é na nau do corpo almirante
Domina as artérias e pulsa o sangue vermelho constante
Me faz acreditar que sou eu o verdadeiro comandante
Feiticeirinha que me é muito Dehliciosa e provocante
Vem e deixa no ar o sabor do desejo e na boca a cor cintilante
Da mesma forma que brilha no ar e deixa ciumenta os diamantes
Além do brilho ofuscante do ser lindo, tem força e dureza de amante
Daquelas que se uni não só no corpo , mas também verossimilhante
Como uma deusa pagã desce das alturas das Minas Gerais no ventre
Para assumir virtudes de um andar que convida olhares não elegantes
Pois deixa no ar um jeito de menina quente que é lancinante
E com a boca mais linda e desenho ardente inquietante
Mas nada é mero acaso, pois dentro do ser vive uma mulher possante
E que querendo as vezes ou não, mas confiante é luxuriante



Ulisses Reis
21/09/2013
Para Deh

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Deh(liciosa)

Deh(liciosa)

Essa liberdade é conquista na vida
Lutando com preconceitos e sem duvida
Nenhum medo faz retroceder tua ida
Pelos caminhos dessa mulher incontida
Que se revela atrevida, forte e seguida
Às vezes para alguns enlouquecida
Mas nada que faz é coisa desmedida
Pois é um ser que tem alma destemida
E por isso recebe criticas, falsos moralistas
Mas os atributos atraem beijos molhados
Nesta boca de linhas gostosas e divinas
Onde quem toca fica cativo e sonhando
Em retornar com urgência e nela colar
Adora trocar um daqueles olhares
Onde passa as intenções de sentir fundo
Não só nos desejos safados e marginais
Se houver plena cumplicidade, diz bis
E sinuosa mostra movimentos dos quadris
Deixando louco quem escolheu e quis
Nunca sendo sutil e nos gemidos especiais
Ela de maneira alguma é atriz

Ulisses Reis®
03/07/2012

Para Deh


domingo, 17 de junho de 2012

Aceita assim

Aceita assim

Esse homem tem quer ser presente
Para dentro de ti ser autentico e rente
Não de deixar sem um belo tesão ardente
Para depois do gratuito o de custo de frente
Com mãos sedosas e muito safada e demente
Onde cada toque de exploração vidente
Possuindo com virilidade inteira servente
Deixando teu corpo louco e sangue fervente
Trazendo a ti o Uno e o Verso explosivamente
Assim você gritando e chorando obviamente
Pelos orgasmos múltiplos e crescentes
Que estava depositado inerte, mas experientes
Perdendo os claros sentidos ele será ouvinte
Dos gemidos e arfares retumbantes
E pela cabeça um furacão estridente
Que faz você receber no corpo ondas restantes
E teu perfume enfeitiça o ar facilmente
Mostrando mais vontade e libido efervescente

Ulisses Reis®
01/06/2012

Para Deh


quarta-feira, 21 de março de 2012

Rosa Vermelha

Rosa Vermelha

Essa rosa vermelha que vida
Essa rosa vermelha que linda
Vinda dessa mulher deliciosa
Vinda dessa mulher muito gostosa
Que vai viver sem perigo
Mas que aqui tem abrigo
Tua intensidade nesta boca
Que desafia saber os sabores
Que usam batom lindas cores
Liberta-me com uma rosa vermelha
Que linda você me carinhou
Como poucos seres atrevidos
Como um ser e mulher queridos
Declaro que tu és sim maravilhosa
Vai além de ser curvas gostosas
Ultrapassa o sentido é o caminho
É a linha tênue da Deusa e mulher
Vou-te poetizar de forma primorosa
Pois sim você é a obra-prima dengosa

Ulisses Reis®
23/02/2012

sábado, 17 de dezembro de 2011

Boca saliente

Boca saliente

Essa tua boca que contem as palavras
Que fantasio e apossa-me da vontade
Deixa eu tocar uma vez e a paridade
Será revelada e a eróticidade exposta
Ela tem um que de fervente e acorrenta
Dela sai palavras e gemidos ardentes
E na ousadia que é muito saliente
Deixa lhe mostrar algo diferente
Que venha com parceiras e afloramento
Mas que você tenha entras as coxas
Minha língua elétrica e sorvente
Deslizando feito enguia e serpente
E a tua boca aguada e gerenciando gemido
Que cai no meu ouvido como hino libertino
E na ponta no teu clitóris eu tocando arruíno
As tuas vontades e desejos alucinantes
Desvairada se entrega e me consome delirante

Ulisses Reis®
10/12/2011

Para Deh 

sábado, 24 de setembro de 2011

As meninas

 As meninas

Essa tua boca merece uma boca de mulher
Que seja muito bela e ardente que te quer
Seria uma obra prima de sedução e erotismo
Poderia ser a união com força e sabedoria
Deixaria a libido expandir e o tesão explodir
Ela lhe tenta e você linda atenta ao desenho
Do corpo que vislumbra na meia luz e desejo
Como duas felinas autenticas e tua boca ensina
Que no começo os beijos e depois venham os dedos
Sem pudores, mas com sabores e nuances novas
Assim sensações inovadoras e você arfando
Deixando que a parceira lhe descubra inteira
Seja como for, meiga e faceira noite adentro
E todos os sentidos declarados enlouquecidos
E pelos seios juntos e unidos são aquecidos
E as bocas deliciosamente são lambidas
E as coxas entrelaçadas em fusão
Com isso os gemidos são amalgama e ligação
Desejosas de um orgasmo e pura cumplicidade
Isso sim são as deliciosas mulheres em união

Ulisses Reis®
17/09/2011

Para Deh 

Ser deidade

Ser deidade

Aqui eu fico vislumbrando uma mulher
Ela é Deh e tem desejos de intimidade
Mas aquela que quebra regras de verdade
Nada de normalidade ou beijos mornos
Vem para derrubar todos os arquétipos
Dizer palavras diferente e sempre profana
Deleitar com fome de cio, nua delicia
Fazer ferver o sangue dentro do corpo
Lamber do umbigo ao pescoço
Sentir o sal da terra neste louco moço
Ela não trás mais a divina menina
Mas sim a deidade de mulher em chama
Que vem atropelando regras e clama
Que esse perfume de mulher feromonas
Que age como um choque e desperta
No homem a libido e vis desejos
Ao encontro da faminta que aperta
Vem, arranha é fera, fêmea humana

Ulisses Reis®
30/08/2011

Para Deh 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Cafuné

Cafuné

O que ela quer e ser Deh
E assim sendo muito, mulher
Ela quer receber cafuné
E comprar um presente
Manter a chama acesa
Olhar e viajar nas estrela
Sopra os mistérios do pensamento
Não ter nenhum lamento
E sim conforto e boas lembranças
E nesta boca deliciosa e carnuda
Que venha, os desabafos e ousadia
Pois você é quem me tira o ar
E deixa tudo a minha volta vermelho
A cor que encarna a paixão

Ulisses Reis®
28/08/2011

Para Deh