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Mostrando postagens com marcador Eunice Lechner. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Matiz

Matiz

Fiquei feliz, pois sei que mal não lhe fiz
Acredite em mim, sozinho cultura não perfiz
Querida se você deixar
Sempre que puder e a vontade terá química
Pois teu olhar gostoso diz, mal não te fiz
Você tem a ferve da mulher que vem e diz
Então continuamos após quase um ano aprendiz
Comigo a liberdade é importante tem raiz
Também gosto de nuances e sabores que contradiz
E espero que também tenha ficado feliz
Pois de mim sempre terá a força motriz
Para ir onde encontre muitas realizações motriz
E nas exposições venha do meu lado, imperatriz

Ulisses Reis®
11/09/2014

Para Eunice ( Serie Acidez XXI )

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Menina


Menina



É que da minha boca os vocábulos são livres
Por um sentimento a muito não revelado
É que você se esconde no longe e teu arbítrio
Vocábulos que parecem ao vento, mas reais
E você ai Molinha e agora sempre minha safada
Deixe de só ser a grande fada protetora e guardiã
Da prole que já cresceu, venha ver seu novo menino
Lobo mau que sim bem te comeu, deixa solta a menina
Que de libertina na minha cama deixa agora vazia
Da minha boca saem palavras que muitos não gostam
Mas que no teu ouvido, fazem vibrar e pelos arrepiar



Ulisses Reis
15/05/14



Para Eunice

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Molinha


Molinha

Sim sou o neguinho que beija tua boca e viaja
Então não faça o que não precisa e distancia
Mesmo longe a cada dia fica pertinho, molinha
E no seu andar o pano fino, tuas curvas denuncia
Que tem para revelar na noite não mais fria
Pois ao teu lado o calor não é só corporal
Mas uma sensação de conforto e prazer igual
Ao que se pode ter o Universo pronuncia
Sensações e palavras que meu olhar anuncia
Vem fica sempre do meu lado caminhando
Porque sou teu neguinho e louco viajante
Que no minimo vou ao alto falante
Dizer que te gosto mais que o bastante
E que tu é um ser muito a mim importante
E que beijar tua boca é sempre diminuir o espaço
Que nos separa, mas cada momento o paralelo
Se junta pois isso tem infinito como final
E tem tudo que se precisa é também carnal

Ulisses Reis®
21/11/2013

Para Eunice (Serie Acidez XIX )


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Novo antes do Dez

Novo antes do Dez

Novo como uma tampinha de de cerveja voando
Depois de ter bebido e revigorado saio andando
Novo como o caule de um Ipê com a chuva fria
Depois tempestade, venha e fique do meu lado
Novo como o começo vida, par e meu abrigo
Depois do beijo que gosto e revela aleluia
Novo é como ovo, que se quebra mas renasce
Gema e clara célula matriz e recomeço
Novo e elegante Novembro ele vem antes
Depois Dezembro

Ulisses Reis®
02/11/2013

Para Eunice ( Serie Acidez XVIII )

Ovelha Acida

Ovelha Acida


Não sou bom nem mau, louco ou a margem
Sei  que  em ti encontro paz nesta refilmagem
Que é a nossa vida encontros e variações  temáticas
Onde  você  vem acida e deixa a maciez plastica
Uso  eufemismo  como se fosse coisa para todos  fácil
Mas sei que me entende como uma logica  drástica
Me deixou ver teu ser como eu queria e imaginava
Longilíneas  pernas coxas deliciosamente doceis
Agora como ovelha que se entrega toda linda placida
Mas com vigor de mulher inteira que sabe aprender
Que pode ser o que quiser comigo e numa releitura
Se aproxima e diz baixinho que sou eu que domino
Será tão simples na ocasião era um lindo  crepúsculo
Safado e meio marginal sorrio como um menino arteiro
Pois quero ser sempre teu mais integro e possível par
Mesmo que seja só para você vir e se servi degustando
Nos beijos loucos ou comportados isso tanto faz
Mas com a cumplicidade pagã que requer desinibição
Com movimento intensos e luxuria da mulher inteira
Que tu és e se apresenta sorridente e braços abertos
Pois os meus sentem tua falta a agora, quero-te ardente
Ou nos meus dentes teus  lábios  finos e aveludados
Esses foram a obra prima na Bienal, o presente



Ulisses Reis®
31/10/2013



Para Eunice ( Serie Acidez XVII )

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Solúvel

Solúvel

Do que quero vem você, beijo e melo
Do que é belo você é quero
Do que vale, com você exponho
Do que exige, sou silencio e apanho
Do que preciso, é de você que abuso
Do que me brilha, de você solúvel
Do que clamo, dos teus beijos que reclamo
Do que se espera, metro e ônibus
Do que quero, vontade que te espera
Assim cada beijo teu eu chamo
E você retribui em chama

Ulisses Reis®
24/10/2013

Para Eunice ( Serie Acidez XV )

Teus Poros

Teus Poros

Nesta terra que é distante
Quero o teu jeito alto falante
Pois a acústica e perfeita
E o sentido aguçado enfeita
Não só a tua voz de feitiço
Mas também teu corpo alvo balança
Entre o andar e ancas ressonância
Deixando-me caminhando dengoso
E tu, ser que é ícone antropofágico
Cria em mim marginal acedioso
Energia sem limites no horizonte
Venha como carnívora degustar
Tua presa feliz domina e devora
Do jeito libidinoso com beijo gostoso
Assim me faz calar e elaborar
Gestos simples a fixar você é par
Me hospeda com facilidade de um lar
Branca pele com alvos rosados aceita
E eu num momento alado revigoro
Lambendo cada lado do pescoço, teus poros
Não me escapa sais e açucares
Que teu corpo deixa transpirar

Ulisses Reis®
24/10/2013

Para Eunice ( Serie Acidez XIV )



A Flor de Libido

A Flor de Libido

A flor que és, não é a que foi
Onde era distante e a boca só oi
Agora és não só a flor é seda
Que nos meus lábios constrói
Cada sentido e chegou eu lhe aviso
Não tome distancia pois agora doí
Minutos são léguas a caminhar e moi
Na mente venho aqui Pentear as letras
Espreitando meu eldorado teu sorriso
Não é a que foi, mas tens todos os desejos
Por mim requeridos, luxuria e libido
Claro que neste momento eu exploro
Não só tua macia boca, mas todos os poros
Que suor com o sabor de sal e mulher
Deixe aqui no travesseiro perfume e cabelo
Para delinear não só território, adoro
Meu olhar sei não trás duvida, é inciso
Porque houve sinergia e quando chega é paraíso

Ulisses Reis®
23/10/2013

Para Eunice ( Serie Acidez XIII )

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Dorso EU

Dorso EU

Desço e morde pelo pescoço, mão no dorso
Dedos a caminho das ancas delineando as curvas
E boca gruda não só no desejo, mas também
Faz com que aja um alvoroço abaixo do rosto
Eles são obedientes e unidos e nos seios
São lanternas do corpo e aqui eu acendo
Não só esse dois amigos teus mamilos
Mas também joga lenha e faz de mim fogueira
Dizendo nenhuma besteira pois tu és a ovelha
Que se deixar levar e se entrega corpo e alma
A libido que fica dentro de ti, salta feito louca
E no colo ata-me e aperta como um fera
Que tem o prazer da própria entrega, ronrona
Fazendo desde um ser que flutua e paira
Sobre teu ser feito deus e demônio é par
Com cumplicidade de anos me satisfaz

Ulisses Reis®
27/10/2013

Para Eunice ( Serie Acidez XVI )

Teu Santo


Teu Santo

Antes de dormir eu preciso a ti afagar
Mas ao mesmo tempo quero muito afogar
Nos teus beijos sugar e me largar
Para dormir assim fácil e não roncar
Deixando você muito mais mole, não parar
De querer repetir os beijos e me afogar
Cada milimetro de pele sentir deslisar
Nos meus que são teus lábios elaborar
Com a suavidade que me deliciou morar
Namorando corpo geograficamente dedilhar
E você amolece e nos meus braços navegar
E deixando eu ser teu dengoso vem ronronar
No meu ouvido gemido e eu a delirar
Sabendo da afeição por ti lunar
E no meu peito queima teu solar
Sorri com teus olhos semi abertos
Fica com meu corpo pelo teu coberto
Encaixando e sendo meu grande afeto
Me tatuando com teu próprio e único
Feromônio de mulher, sexo em alerta
Antes de dormir vem assim encanto
Pois sou demônio e ao mesmo tempo
Santo

Ulisses Reis®
23/10/2013

Para Eunice ( Serie Acidez XII )

Give me the Night

Give me the Night

Me de muitas vezes a noite com o espirito de festa
Daquele jeito só teu conversando até amanhecer
E arremessando tudo que não nos cabe e vou ajudar
E mesmo sem a musica que você ama e te leva
Ao que é o paraíso e estou aqui e a cada noite sabe
Venha e me dê de forma magica e sorridente amor
Pode até chamar de outra coisa e ter jantar de peixe crú
Mas não deixe de ter a reação de me apertar e sentir
Pois podemos ser amantes e um impar e par juntos
Unidos e com a luzes de estrelas e teu corpo liso
Venha a cada noite e me dê seu prazer que sou dono
Mesmo que seja só naquele momento , mais é magico
Vem que te pego e recebo com vontade e desejo alto

Ulisses Reis®
20/10/2013

Para Eunice ( Serie Acidez XI )

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Ritmada

Ritmada

Desenho com a boca grudada
Tua boca por mim desejada
O coração fica alerta você avida
Sentindo cada toque, mão safada
Deslisando pela cintura abraçada
E assim descubro, sou faca afiada
Que recorta teu ser e visão afetada
Pelo clamor da libido não limitada
Pois tua geografia é luxuria ampliada
Pelo que lhe do e você atracada
Na parece me joga e tu é a raptada
Nos sentidos a meia luz rouca abafada
Soltando a deliciosa gatinha eriçada
Manhosa e delicada molinha deitada
Ronrona deleite na cama amaciada
Pelos corpos suados EU cultuada
E entre teus braços languida estirada
Sou marginal preso e meu par gargalhada
Pois trocou energia e beijos molhada

Ficou no lençol mole e grudada
Sentiu-se como eu queria desejada
Me agarrou do jeito que devia avida
Deixou a gata deliciosa mostrar a safada
Explodiu no êxtase muito abraçada
E tua língua ficou fina e afiada
Na minha boca cortou, fala afetada
Desta vez fluiu nada limitada
E tua luz me trouxe energia ampliada
Deixando você no meu corpo atracada
Agora sim sinta-se por mim raptada
Pois tua essência não foi abafada
E tua pele toda parte eriçada
Agora você no meu peito sorri deitada
E tuas curvas pelo suor amaciada
Chamo-te de EU, e será por mim cultuada
Estirada e com gargalhada toda molhada

Ulisses Reis®
15/10/2013

Para Eunice ( Serie Acidez X )

Prazendo

Prazendo


Eu vou ficar perto de ti. ouvir os rios correndo
As cachoeiras descendo , os pés lavando
E não irei embora pois te encontrar foi prazendo
Mesmo que lhe pergunte onde eu estava, por ai moendo
Se me jogava de um lado a outro, agora te encontrar
É assistir o sol nascer e muito vivendo
Não vou deixar você partir, há lugar nenhum e andar
Venha porque eu era um andarilho isolado vendo televisão
Agora eu sou um partido alto com cadencia trazendo
Minha pobre composição ao ouvido desse minha paixão
Então faça de mim a tua mais linda opção
E na paz deixe fluir no corpo e na alma a voz do coração
Que a saudades seja o mantra e uma porção desse unção
Pois o restante vem de dentro para fora a ti dizendo
Que a cada dia eu conto minutos e te conquisto sabendo
Que a responsabilidade existe e teus beijos me assisti


Ulisses Reis®
10/01/2013


Para Eunice ( Serie Acidez IX )

Celular carrega

Celular carrega

Eu vê se carrega a noite, ai fica ao meu lado, navega
Mesmo que esteja com amigas, carrega
Coloque ele na tomada e sempre escorrega
Para a eletricidade e venha e me pega
Num beijo louco como o da Bienal/13, desapega
Daquele dia em diante não só um mero colega
Eu sou o cara que te mostra que tenho a ti entrega
E se você vai ser a alfa, te mostro que sou teu ômega
E minha mão deslisa nas tuas ancas e nádega
Eu sou o o lobo mau que lambe o pescoço no bar ou bodega
Então se levar o celular, não deixe no bolso colega
Mas sim traga-o eletrificado e me entrega
Igual fez com o beijo que agora sou dono e navega
Nas tuas deliciosas curvas vem e se entrega
Como na Bienal deixa teu corpo solto escorrega
Vim para ser par e cúmplice esquece e desapega
Vou cada dia e minuto te conquistar se pega
Logico que sou amigo e intimo e teu colega
Mas que pode passar a mão safada nas nádegas
Quero o que é meu , beijo, suavidade acridoce na bodega
Pois sabe que sou mais que inicio sou não fim mas Omega
Então não se esqueça e carrega, meu coração no teu, carrega
Carrega teu celular Vivo, pois terá meu Oi, assim é Claro
Que me comunico, dia e noite te carrego, e você a mim se entrega
Eu vem e desapega, eu ômega te pego!

Ulisses Reis®
10/09/2013


Para Eunice ( Serie Acidez VIII )

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Carnal

Carnal


Eu faço a vida não como um profissional
E curto e discorro sobre o ser, sou amador
Nunca faça acordos comigo igual ao anterior
Pois eu sou um impar e lobo alfa marginal
Sim deixe o freio solto ao me beijar, ardor
Cuido dos teus lábios como uma obra e autor
Diga que me escolhe entre os os outros, afinal
Mas antes de qualquer coisa fica e seja o cobertor
Assim cada nunces da libido sera nosso alvor
Vivenciando a cumplicidade noturna carnaval
No começo da luz diurna florescendo a cor
Vermelho de paixão em movimento construtor
Fazendo do instante nosso código bilateral
Me lisonjeia e faz de mim único fator
Que desloca teu chão ao poucos impulsor
E minha verve se direciona a você celestial
Que na terra é meu alvo, carinho e afago amor


Ulisses Reis®
09/10/2013


Para Eunice ( Serie Acidez VII )

Cantada

Cantada

Venha agora como a bela da tarde
Oferecendo sorriso e muito a vontade
Conforta-me entre os teus braços deidade
Eu, sabes sou profano e não há mais toxidade
Sinta de mim a gota que falta aquela de verdade
Enfeitiçado sempre por ti emfim sem variedade
Moradia que se torna ser em mim unanimidade
Porque é possível haver qualidade melhor, tenacidade
Retornando de uma forma mais tranquila a puberdade
Enchendo o ar de luxuria e deixando a libido em liberdade
Mesmo que seja unção e comunhão experiencia majestade
Escola de aprendizado a vida, garante melhor qualidade
Ensina a rever e ouvir, discutir sem brigar, lealdade
Nunca palavras ao vento onde o universo faz realidade
Chegando a construir catedrais sem alicerce maldade
Assim com confiança mutua e toda a cumplicidade
Também um bom bocado de palavras no ouvido vivacidade
Onde se pode um tudo sem hipocrisia, mas vontade
Umedecendo o ar com perfume de mulher feracidade
Em que você se torna o centro onde paira a objetividade
Mulher você é de um carinho que foge a idade
Estou aqui escrevendo o que sinto e uso minha faculdade
União que sempre deve como amalgama eletricidade
Sinuosa como tuas curvas de menina gracilidade
Venha e deixa a leitura te envolver e dar prazer e saudade
Enveredando por caminhos suaves e sem calamidade
Resta um minuto de pausa para ganhar folego criatividade
Sei contigo tem que ter acordes precisos com celeridade
Ondas de espumas placidas mas com sabor de pecado invade
Sua maravilhosa geografia desenho com a boca habilidade
Pelo corpo desliso dedos e mãos marginais intimidade
Ronrona feito femeá felina que hospeda virilidade
Ouvindo desde carinhos delineando lóbulos e orelha maldade
Virando bicho homem e deixando fluir libido necessidade
Amanhecer e café na cama com sorriso de pluralidade
Mexendo com a luxuria só no olhar e dengo plasticidade
Corpo descoberto e boca pedindo beijo vulcanicidade
Ondas de tremor a expor que o que vem é sociedade
Nos sentidos do corpo e alma unidos em unicidade
Transmitindo compasso uníssono de cúmplice e par sinceridade
Inundando o ar com teu perfume e deixando paridade
Nus no banho sorriso e beleza natural hospitalidade
Uma mulher capaz de fazer e refazer os momentos versatilidade
Amanheceu e você continua bela e encantadora muita qualidade

Ulisses Reis®
28/09 a 01/10/2013

Para Eunice (Serie Acidez IV)

Acróstico


Stand by Me

Stand by Me
Releitura


Na escuridão após o crepúsculo
E a bela lua iluminar você e eu
Não há mais temor, não temerei
Sei que você fica ao meu lado
Minha linda, fica ao meu lado
Olho para o alto e se azul celeste
Derramasse e banhasse
E na serra que me vigia caísse
Não haveria choro, não choraria
Lagrimas não desceriam
Somente se você estivesse
Somente se você ficasse
Ao meu lado
Linda fica ao meu lado
Ao meu lado
E se os novos problemas surgirem
Ficara ao meu lado!
Ao meu lado
Linda fique
Fica ao meu lado


Ulisses Reis®
09/10/2013


Para Eunice ( Serie Acidez VI )

"Stand by Me" foi classificada em 122 
Rolling Stone lista 's das 

Festim

Festim


Deixa fluir como um beijo sem fim
Pois a delicadeza que vem do teu jardim
Flores que decoram o teu olhar jasmim
Me trás de volta a sensações boca de cetim



Onde desliso língua e sabores de beijos
Que sonhei acordado e hoje tem acertos
Encaixando cada centímetro em arranjos
Que ficam não sendo mais aqueles boatos



Então toda a acidez se desfaz enfim
Porque há um salto magico no trampolim
Que é a vida deixando eu desenhar teu manequim
E nas curvas eu toco e tiro sons do bandolim



Mas depois tudo muda e vem a gata arrepios
Com o calor do rosto pertinho e e afluirmos
Fazendo uma parceria e condensando amigos
Sem condicionar nada nem situações comandos



Agora eu dançando a tua volta e falando latim
Língua eterna do companheiro serafim
Conspirando a favor dos meus e teus caminhos
Onde terá de mim cumplicidade e carinhos


Ulisses Reis®
07/10/2013


Para Eunice ( Serie Acidez V )