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Mostrando postagens com marcador Lou Albergaria. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Aragem

Aragem

No deserto do meu corpo, coração oásis
Mas o amor de verdade é agua pura
Que sempre vem em chuva fina na base
Dos meus sonhos que voam feito miragem
Na noite fria e gelada me serve de aragem
Com meus sentidos trêmulos sou de fase
Às vezes sexo ruidoso e ranger dos dentes
Outras gemidos medidos , mais ardentes
Sem memorias na areia fumegante ruge
Como fera que nesta estação surge
Assim nada de gelo evaporando só
Eu aguentando teus desejos sem dó

Ulisses Reis®
09/02/2017
Para Lou Albergaria

Serie : PESSOAS E ESQUINAS   10

Crime

Crime

Na manha o crime de abstinência piscou
Será falta de ter e de dar tu anunciou
Deixou passar a chance de gozar falhou
Interrogado teu corpo a ti solicitou
Mais verve e que a fogosa  intimou
Nos devaneio o ser mulher reclamou
Instinto mesmo prenha, revelou
Embriagada e desaforada tesão inflou
Faz parte da vida, querer o prazer, amou
Mas aqui a luxuria é que ressuscitou

Ulisses Reis®
09/02/2017
Para Lou Albergaria
Serie : PESSOAS E ESQUINAS   09

Isadora 16 anos

Isadora 16 anos

Na barrica uma lua cheia
No ventre menina inteira
Na barrica um sonho a beira
No ventre Isadora que venha
Na barrica sem pecado alheia
No ventre ser de luz permeia
Na barrica esta cheia de veia
No ventre um parto de prenha
Na barrica volume e mel
No ventre chute que se freia

Ulisses Reis®
09/02/2017
Para Lou Albergaria
PESSOAS E ESQUINAS   08

Amar a mártir


Amar a mártir

Entre mil vidas a dar
Mil vezes você daria
A boca a beijar-me
A língua a entrelaçar
Os olhos a me flertar
Os braços enroscar
As mãos a tatear
Meu corpo ao teu
Como só você daria
Daria tudo e a muitos
Seria dada e mal falada
Gozaria ao dar de dia
Na noite orgasmos e cio
Faríamos a mártir
Ou amar-te

Ulisses Reis®
09/02/2017
Para Lou Albergaria

Serie : PESSOAS E ESQUINAS   07

sábado, 28 de janeiro de 2017

Tempo Inconsciente

Tempo Inconsciente

O tempo passa é faz melhorias não comente
Mas tua figura agora me faz e ler fico contente
Então o tempo só serviu para madura corrente
Que me trás e me faz inspirar teus verso quente
Sem reclamar sete anos se passaram, nunca ausente
Pois teu livro leio sempre ficou na mente
Desse que te escreve uma serie obviamente
Com releituras previas pagina por pagina ferozmente
Então deixe o tempo de lado e diga como vai a ente
A menina que agora é mais que moça adolescente

Ulisses Reis®
11/01/2017
Para Lou Albergaria

Serie PESSOAS E ESQUINAS   06

Vida

Vida

A vida não é linda ela é impura
A vida ri e se diverte na cara
A vida não duvida ela divide
A vida dança musica sem som
A vida encalha e a chuva lava
A vida é suja  e surge agora
A vida se deixa levar
A vida gostosa aproxima
A vida germina adivinha
A vida bebe vinho sem par

Ulisses Reis®
11/01/2017
Para Lou Albergaria
Serie PESOAS E ESQUINAS   05 

Pau de sebo e goiabeira

Pau de sebo e goiabeira

Faltei ontem, fui contigo me lambuzar
Num pé de goiabeira é tempo de trepar
Fluir, repensar e  animar é deixar-se saciar
Gritar ao encontra um bicho dentro vociferar
Sorrir ao tentar subir no pau de sebo realizar
Coisas que quando criança era enroscar
E quanto mais se escorrega mais prazerar
Nada de chegar ao topo, só goiaba saborear
Nada se só trepar mas sim no meio chegar
No sebo ficar suja e rir e que trepe onde deixar
Tua fantasia que seja castelo de vidro não parar
Mesmo que derreta e vire areia na praia vá nadar
E leve isso muito a serio para Deus te salvar

Ulisses Reis®
11/01/2017
Para Lou Albergaria

Serie PESSOAS E ESQUINAS   04

Sei quem é

 Sei quem é

Se me toca meu calor transpassa
Ao me lamber vias sorver o que te alça
Mesmo que venha sem roupa, não só calça
Peito aberto, mamilo meu dente certo valsa
Vai dançar de peito ardente, um pouco salsa

Não precisa olhar pra te ver

Toca-me e vai também receber paixão
Usa tua língua estou nu traz teu tesão
Agora a calça deixa abaixar tão bão
Mamilo esquerdo reclama sem razão
Ao dente alho e salsa tu é refeição

Não precisa olhar pra te ver

Sem te tocar, me diz prazer em rever
Tua língua nos lábios diz prazer em viver
A calça no chão mostra prazer em remover
Os mamilos tesos são prazer ao se mover
Rebola na salsa e macarrão ao dente prover

Não precisa olhar pra te ver

E só ler e reler e a ti toco muita luxuria
E na tua língua enrosco a minha com fúria
Agora toda sem as calças é nua prepara a putaria

 
Os mamilos e exibem e os seios eu gostaria
Ao som da salsa o peito a boca e te beijaria

Não precisa olhar pra te ver

Ulisses Reis®
11/01/2017
Para Lou Albergaria


Serie PESSOAS E ESQUINAS    03

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Pessoas Cruas, Esquinas Nuas

Pessoas Cruas, Esquinas Nuas

Há em todos os lugares ruas e mais ruas
Onde anda as tuas meninas de dentro suas
As que saíram e tem as que entraram nuas
Que habitam as tuas “pessoas e esquinas” cruas
Até aqui na cidade que vivo te enxergo são tuas
Entradas que deixas-te livre, saídas que tu possuas
Assim cruzam umas as outras tem altas gruas
Que possibilitam uma visão distante das naus

Cheias de mulheres assim ditas profanas e das ruas
Elas sempre fizeram na praça ou no mato das suas
A fertilidade sem consciência as exibiu sempre nuas
Mas com o tempo o sêmen a vida é servidas cruas
Volta a si mesma e aguenta do outro a loucura tuas
Com carinho e sensibilidade escolhe quem as possuas
E erguida como um magico pedaço de carne em gruas
E largada em porões numa viagem ao capitãs das naus

Onde homens das ruas, usam e abusam das suas
Meretrizes ou mães que como a natureza estão nuas
Servem da possibilidade homem é descartável cruas
Nas pessoas tuas, nas esquinas que tu possuas
Eleve-me na verdadeiras gruas
E vamos navegar outra vez nas duas naus

Ulisses Reis®
11/01/2017
Para Lou Albergaria
Serie PESSOAS E ESQUINAS    02

Loba Albergaria

Loba Albergaria

A menina que foi não morreu floresceu
E aqui no meio da noite vim desejar e dizer
Vida longa e feliz você nova, verdade renasceu
E todas as tuas certezas que engoliu vai fazer
Como atributos valores e acordes amanheceu
Para um novo ser mulher mais madura com prazer
Assim “Pessoas e Esquinas” preparem-se ela amadureceu
Sim é húmus sobre ela, frutificará e vai trazer
Mais emoção com inspiração veja concebeu

Ulisses Reis®
11/01/2017
Para Lou Albergaria


Serie PESSOAS E ESQUINAS    01

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Trem Bão

Trem Bão

Amor pode estar dentro daquele vestido
Que no teu corpo, fica lindo e colado
Continua ano após ano o mesmo numero
Pois você é o show sempre inesperado
Pode acordar sorrindo, e ser acida apimentada
Amor pode deixar peças dentro do corpo roídas
Figado trazendo sabor amargo, baço saturado
Mas o coração tem a capacidade infinito adaptado
A situações inúmeras, sapato muito apertado
O tempo e o espaço solidificam unhas afiadas
E na boca vermelha os mágicos beijos
O amor revela, despedaça, une partes e desejos
E você sabe que é trem bão

Ulisses Reis
11/09/2014

Para Lou

domingo, 21 de setembro de 2014

Correspondência

Correspondência


Por tudo que você é
Poetisa, mãe e Loba
Guardo o que recebi
De ti tenho missivas
As mais lindas e belas
Também xingamentos
Tudo que mereci eu li
Hoje resolvi apagar
O que a muito passou
Mas o que escreveu ficou
Como o tempo passa
E você o que deixou
Para mim ao ler sorriso
Ainda sei que é ativa
Loba nunca é passiva
Tem cada coisa que você
Quem sabe um dia vai reler
Sabe pode virar livro
Mais de meia década
Pode ser curta ou longa
Cada mensagem vou eu
Sempre te agradecer

Ulisses Reis®
09/09/2014

Para Loba

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Vulva

Vulva

Nas tuas águas a carne ferve
Nas palavras a boca sedosa
Na trindade só a loucura
É que pode

Por todos nos lascividade
Porque também a santidade
Para mim e você só a mãe
É que pode

Hímen da filha que resolve
Homem sorve, sangro e explode
Hora sem marcar e só a filha
É que pode

Ulisses Reis®
02/09/2014

Para Loba

Trem Bão

Trem Bão

Amor pode estar dentro daquele vestido
Que no teu corpo, fica lindo e colado
Continua ano após ano o mesmo numero
Pois você é o show sempre inesperado
Pode acordar sorrindo, e ser acida apimentada
Amor pode deixar peças dentro do corpo roídas
Figado trazendo sabor amargo, baço saturado
Mas o coração tem a capacidade infinito adaptado
A situações inúmeras, sapato muito apertado
O tempo e o espaço solidificam unhas afiadas
E na boca vermelha os mágicos beijos
O amor revela, despedaça, une partes e desejos
E você sabe que é trem bão

Ulisses Reis
11/09/2014

Para Lou

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Correspondência

Correspondência

Por tudo que você é
Poetisa, mãe e Loba
Guardo o que recebi
De ti tenho missivas
As mais lindas e belas
Também xingamentos
Tudo que mereci eu li
Hoje resolvi apagar
O que a muito passou
Mas o que escreveu ficou
Como o tempo passa
E você o que deixou
Para mim ao ler sorriso
Ainda sei que é ativa
Loba nunca é passiva
Tem cada coisa que você
Quem sabe um dia vai reler
Sabe pode virar livro
Mais de meia década
Pode ser curta ou longa
Cada mensagem vou eu
Sempre te agradecer

Ulisses Reis®
09/09/2014

Para Loba

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

De volta ao teu interior

De volta ao teu interior

Escrevo para saberes que não é esquecida
Nos poemas e também nos beijos de língua
Tampouco deixarei de lamber as coxas tuas
Pois nela repousa os arrepios Loba louca
Esqueça de todas as formas que terei ido
Nunca fui ser ou homem por outro vencido
Mas te imagino nua sobre a mesa, boca carmim
Salto alto e lânguida a me olhar, corpo desejos
E no calor do encontro amalgama e nunca gelo
Sim primeiro sempre o safado e muito amigo
Que discorda e te amarra corpo e alma
Do lado de cá também há virtudes fique calma
Lógico, gemidos e palavrões tudo eu aprovo
E da tua boca sorvo a língua e a minha percorre
Todos os caminhos e você sabe, se mexer vadia
Não se acaba o enrosco de sentidos nem de dia
Sei sou marginal feito no mundo um cometa
E você vem assim com rabo sabor de menta
E deixa-me sentir cada movimento e entro
Fazendo que todos os sentidos seja alimento
Confio em ti, há igualdade e cumplicidade
Desde que você e eu conhecemos lealdade
Não me mate absorva-me eu sou como queres
Você o norte e eu um mero alferes

Ulisses Reis®
26/10/2012

Para Lou Albergaria


terça-feira, 16 de outubro de 2012

Boca

Boca

Esboço nunca ela é alvoroço
Desço pelo lindo pescoço
Beijo a boca sem esforço
Subo pelas pernas enrosco
Chego às coxas eufórico
Pois tem esse teu quadril
Delirante e curvas vivas
E entre elas um vulcão
Que se faz quente e albergue
Mas nas entre linhas fera
Que degusta, mesmo cru
Pinta o céu não só de azul
De vermelho com paixão
E trás para o enlace fervor
E na língua delírio ao par
E deixa sem ar, gemendo
E no ouvido dizendo, mel
Achando que sou desvairado
Mas não sou, só extrovertido
E muito do que gosta atrevido
Então caia com os lábios
Rosados e todo lindo
Me faça teu afogado

Ulisses Reis®
14/10/2012

Para Lou


Albergar

Albergar

Impar, sim tu és impar!
E essa boca, fico sem ar
Não preciso de uma rima
Mas sim exaltar a beleza
Deixo de lado a planície
Pois tu és das Alterosas
E sendo assim tem fogo
Nos teus detalhes, sabor
E inteiramente gostosa
Deixo a rima e te olho
Com vontade e safadeza
Pois tu cola e imprimi
Não tem como ficar quieto
Não posso deixar parada
Quero que teus movimentos
Das sobrancelhas ao quadril
Deixa-me assim inquieto
Que imagem linda febril
Abala, abençoa e acaricia
Mas teu jeito é abrigar

Ulisses Reis®
14/10/2012

Para Lou


sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Dia feliz


Dia feliz

Pode sorrir, pois de ti nunca esqueci
E hoje venho humilde desejar a ti
Um dia maravilhoso e que seja sem fim
Pois sei que teu coração e grandioso
E tem na essência um ser bondoso
Mas também a fúria de uma deusa
Aquele que é mais guerreira e faceira
Que dribla as tristezas e faz poesia
Na maternidade tem um belo tesouro
E voa para onde quer feita abelha rainha
É sim uma deliciosa musa desde menina
Então meus parabéns pela data e toda vida
Que tua noite seja pelos queridos, aquecida
E que nunca tenhamos uma despedida
Pois entre nos nada é proibido a você querida
Aproveite sempre os dias a você concedidos

Ulisses Reis®
27/07/2012

Pata Lou

quinta-feira, 17 de maio de 2012