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Mostrando postagens com marcador Vanda Leal. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Prof

Prof

Venha assim meio tímida mais linda
Venha assim tipo professora magica
Que ilumina e inspira todos os alunos
Que deixa saudades mesmo passiva
Daquelas que apagam a lousa devagar
Deixando os alunos sem nada nem ar
Quero você professora agora na academia
Onde eu gato de telhado vizinho mia
Para a linda Vanda que debulha no exercício
Fazendo de mim gato e aluno selvagem
Vem prof deixa eu novamente sem ar

Ulisses Reis®
17/10/2017

terça-feira, 14 de março de 2017

Professora Leal

Professora Leal

Com esse ar professoral imagino que lição tem a dar
Que matéria você se mostra mais audacioso para falar
Seria a professora dos sonhos de meninos vão amar
Assim com ar de fada e também safada vem pronunciar

Mesmo sem make você fascina fessora não matematicar
Deveria olhar assim sempre, esse ar menina justificar
Apagando a lousa, mas bem devagar quer historiar
Deixando fluir também tua fantasia me diz vem ensinar

Ulisses Reis®
18/02/2017

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Escultura

Escultura

Adora essa escultura que faz na academia
E com renda fica tão bela que olhar domina
De todos e sabe que chama atenção e combina
A cor do cabelo, boca e a branca renda, ensina

Ser de uma luxuria e fogosidade sem ser extrema
Pois para você vulgaridade sempre foi e será problema
Vinda de si mesma nunca, dos outros no ato reclama
Pois sem educação nenhum ser se aproxima sem algema

Ulisses Reis®
18/02/2017

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Vanda Vacina

Vanda Vacina

Com blusa de renda e boca vermelha
Com unhas pitadas e coxas inteira
Quase deusa com lábios de fogo
Revela tua mais louca vontade e gozo

Não deixe sozinha essa mulher faminta
Nunca a ti mesmo ó menina farsa  ou minta
Desenrole a vida, venha e a mim alucina
Pois tu és de longe e sempre vacina

O que mais escrever sobre tal corpo
Que aqui deixa poeta e um moço
Imaginando a desventura que a lua
Assistiu no passado você nua e crua

Ulisses Reis®
09/02/2017
Para Vanda Leal

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Espirito

Espirito

Quando te olho vejo o espírito livre guerreiro
Quando sorri vejo uma mulher com ar verdadeiro
Quando olho esses lábios fabulosos, beijo brejeiro
Quando tu desfila na academia deixa o teu cheiro
Quando desliza no andar chame o bombeiro
Quando o som da tua voz anuncia é braseiro
Quando tu queres ferve, grita cervejeiro
Quando tu tiveres mais de trinta, só chuveiro
Quando enlouquece homens viram cordeiro

Ulisses Reis®
16/08/2016

Para Vanda Leal

sábado, 2 de julho de 2016

Boca Oficina

Boca Oficina
Esse olhar que me domina e a muitos intimida

É de sedução que em ti só ilumina
Não precisa estar presente, nem se eu usasse batina
O que em ti é inerente, tua boca fascina
Tua geografia é de escultor magnifico, é latina
Mulher que tem luxuria ao vivo sem neblina
Nos lábios vermelho beijo pode parecer morfina
Pois deixa flutuando feito pássaro é de mulher divina
E as curvas que na academia domina olhares, pura oficina
Tocar na pele e sentir o fogo de senhora feito gasolina
Não vai adiantar ir ao hospital, nada te cura não há medicina
Ela é um ser diferenciado, belíssima, é um avião com muitas turbinas



Ulisses Reis®

26/06/2016

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Piscina

Piscina

Ela chega no salto agulha
Ela vem para banhar-se
E da água norma tira fagulha
Sempre Leal desfila na beira
Eu sinto o molejo sereia inteira
Então venha passo o protetor
E nos teus olhos esmeraldas
Na piscina águas azuis
Você com as curvas divinas
E sinuosa nas águas domina
Cuida da piscina e abusa
Pode ficar refrescando
E no ar pimenta fervente
Pois cada braçada e mergulho
Ancas e coxas voam no barulho
E no reflexo das águas só orgulho

Ulisses Reis®
28/01/2014

Para Vanda Leal

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Olhar Verde

Olhar Verde

Mergulho na musica e em teus olhos
Exalto o que vejo e sinto não só a beleza
Mas a sensualidade arrepiante esmeralda
Que vem e me deixa carinho é sagaz
Tem qualidades que afloram a libido
Deixa sentir que boca é de pimenta
Que não arde e sim adoça e revela
O que o corpo pede deitada na úmida relva
Pedaço de carne macia e deliciosa
Tu és uma mulher maravilhosa
Deixa de cena e se mostra toda gostosa
Pois não ha duvida da luxuria em ti condida
Com esse olhar verde que deixa alvoraçado
Qualquer homem um pouco sábio, amadurece
Só para conversar com cuidado mas enlouquece
Abre um sorriso e com os olhos esverdeia
Essa tua lindeza que sempre passa e afrodisia

Ulisses Reis®
21/11/2013

Para Vanda Leal

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Papisa


Papisa



Ela pode ser como o vento suave e brisa
Ou Vanda(val ) e furiosamente um tornado
Que vem e te carrega ao abismo e cisa
Com a beleza sopra quente olhos verdes
Que deixam a alma ocupada e você atado
Ao carinho que deslisa ao desnudar avisa
Pode ser tua eterna por amor cadeado
Onde será também dela alvo de profetisa
Que lhe doa luxuria e lábios deificados
Mas tudo pode, dessa sua eleita sacerdotisa
Brisa e suavidade depende da atitude danado
Porque lhe entrega a libido e lábios divisa
Que a cumplicidade sempre é reciprocidade
Nunca objeto de discussão ou pior deixada de lado
Assim tudo bem copulado, se solta e abraça a papisa
Deguste o olhar magico e bem elaborado, sim safado
Essa mulher deliciosa e curvilineia é quente, musa e poetisa



Ulisses Reis®
25/09/2013




terça-feira, 16 de outubro de 2012

Esmeraldas

Esmeraldas

Penetrante, atraente e fascinante
No interior sentimento, sol nascente
No olhar mar do Caribe refrescante
Na essência dignidade edificante
Cada pose um novo elemento constante
De exuberante beleza e deixa arfante
Mas nunca se encontra beligerante
Pois tem a paz, confiança no semblante
Mas não esconda o ser flamante
Que habita e se revela nas linhas rosa
Desses lábios, feitos no desenho provocante
Curvas maravilhosas da boca diamante
Mas sei que não acha o que todos vêem
Que é mulher inteira, abundante
Na pele deixa a espinha arrepiante
Pois torna a epiderme do par lancinante
Com pouco que pareça teu olhar lampejante
Não podes deixar de ler e aceitar o relevante

Ulisses Reis®
15/101/2012



Doutorado Leal

Doutorado Leal

Não olhe assim com felina sedução
Com essas verdes íris me hipnotizastes
Com esse jeito de ar puro e brisa quente
Você sabe ser delicadamente ardente
E mesmo assim deliciosamente refrescante
Sei que vai dizer que é o olhar marginal
Desse poeta safado e delirante, errado!
Tu és o que eu vejo menina-mulher apimentada
E como não sentir e deslizar palavras nos lábios
Carnudos e rosados muitos beijos degustados
Com língua esquia  e aquosa pelos arrepiados
Não olhe assim de lado, no ouvido pecado
Sem pudor e conversa  reta e safada
Que olhar que fulmina os desejos com tesão
E uma fantasia bem feita e apurada, cuidado!
Você sabe ser mulher na essência policromado
E com a boca e carne macia é um belo chamado
Mas para realmente lhe fazer juízo só um tratado
Sim um estudo com o final, tese e um doutorado

Ulisses Reis®
07/10/2012



quarta-feira, 16 de maio de 2012

Hipnótica

Hipnótica

Vem assim hipnotiza
Como o natural não economiza
Deixa que flua o olhar enfatiza
E os que se deleitam, diabólica!
Nada se explica só a estética
E o seu jeito tem de menina mágica
Lembra muito uma boa musica
De letra fácil, mas com conteúdo!
Igual a Construção do Chico
Onde o que atrapalha o sábado
É o corpo fatídico, mas aqui é!
Um olhar fantástico e autentico
Hipnotiza sem injustiça olímpica
Como Vênus deusa da beleza e amor
Sempre com ardor você me atiça

Ulisses Reis®
22/04/2012



terça-feira, 8 de maio de 2012

Me afoga

Me afoga

O que é sedução, um olhar penetrante
Um semblante de luz radiante e a boca
Deliciosamente delineada, beijos afogados
Antes de tocar a língua, lábios de seda
Onde repousa a luz e o fogo da libido
Onde me faz tua lenha e cria labareda
Nem mesmo nas nascentes das belas veredas
Teu fogoso ser deixa de queimar
Esse meu corpo que transforma em alameda
Então venha com esses teus olhos e arda
Me deixe sem ar e ata-me nos teu beijos
Que gentilmente vai me fazer em ti respirar
Pois na boca farei moradia e no teu corpo lar

Ulisses Reis®
18/04/2012



sexta-feira, 20 de abril de 2012

As Coxas

As Coxas

Posso ser cômico, mas descendo pelas tuas coxas
Não serei nada e nunca um homem econômico
Vou fazer carinhos que pareceram atômicos
Em ti a reação será de arrepio e ergonômico
Então espere as reações, pois é fato que existiram
E você com esses olhos não só assistente mais par
Teu soluço vai cadenciar e meus beijos, abafar
Para que só no ouvido meus teus gemidos habitar
Me deixando louco de tesão, você vai desvairar
Em pronuncias descabidas e palavras ronronar
Como uma gata no cio deixar a libido solta no ar
Então sorrindo e lembrando desse aqui cômico
Mas farei de ti minha arte de gastronômico

Ulisses Reis®
18/04/2012