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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Um real por ano: 56. eu tb

Um real por ano: 56. eu tb

A cada instante uma barganha
E a cada vez que vejo essa foto bacana
Mas olhar de conquista às vezes trisca
No empecilho da ausência e distancia
- Garçon!... a conta
Pois o amor em que torna a vida melhor
Vem e pode ir sem aviso não se reclama
Simplesmente suspire e retorne
A taça de vinho tinto e se olhe
- Garçon!... a conta
A sedução nela é perene e da vazão
Por isso sai para lá desiludido perdido
Aqui na minha mesa “in vino veritas”
Um sorriso lindo para o lado um ganho
- Garçon!... a conta
E na conquista com sentimento e emoção
A reciprocidade simples vem junto da química
Não fale de frustação deixa fluir sem a razão
Beba mais uma taça e relaxe ouça a canção
- Garçon!... a conta
E a cada não um beijo na boca depois outro não
Vibre, pois tem o poder das curvas no imediato
Ato de olhar para os lados e ver que chama atenção
Deslize até o banheiro, batom nos lábios tesão
- Garçon!... a conta
Volte de vagar e sim isso é ganho passo a frente
Que não volta, pois nossa geração sabe flertar
Hoje todos nem respiram e já vão trepar
Gostoso é você madura se deixar levar
- Garçon!... a conta
Pela menina que vejo nos teus olhos morenar
Como amadurecer ao contrario e namorar
Sai com todos os errados. a moça pode acertar
A mulher que já é loba esquece como é paquerar
- Garçon!... a conta
Sem “sapore di sale”, coma chocolate ao leite
Deixe de lado o preço da vida, velhice é deleite
Mas ainda estamos bem, sem cair ao chão
Deixe aqui e agora uma boa impressão
- Garçon!... a conta
E agora sim saber que o saldo é bom
O brilho da tez cabe no olhar do vizinho
Cai de boca na taça de vinho
Pois lá vem ele sorrindo e solicito
O Garçon...

Ulisses Reis®
24/11/2017
Para Helô Muller


Bela Igreja

Bela Igreja

Ela sabe como ninguém carregar inveja
Desliza no ar feito pluma na brisa de bandeja
E todas as outras não falam, mas rezam na igreja
Pois mesmo no regime ela tem sempre bolo e cereja
Ao andar se note a brasilidade requebra e bebe cerveja
Todos perguntam onde nasce tal fruto é bela onde esteja
Então não reclama pois Deus deu que seja
Dança e vibra em qualquer peleja
Só as outras que não pegam, eles só beija

Ulisses Reis®
24/11/2017
Para Helô Muller


AmaDa

AmaDa

Ao ser ela poeta nasceu delicada
Mas não pense que hoje é só dedicada
Pois delicadeza não é cabeça baixa é de cada
E com essa mulher que escreve apaixonada
E nela sempre esta acesa a delicada até de madrugada
Pois só ver uma foto tomando vinho branco, bem amada
E assim ela leva a vida lá fora iluminada

Ulisses Reis®
24/11/2017
Para Helô Muller

Releitura de : http://helonuaecrua.blogspot.com.br/2013/02/delicadeza.html

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Recatada...

Recatada...

Ela é curvas e ancas
Liberada pela idade
É ousada usa algemas
Bela sensual não vulgar
Sutil insinuante nas coxas
Fisga o ser desejado no lugar
Onde quer que seja boas-vindas
Inteligência é o melhor par
No orgasmo se derrete
Mas começa pela mente
Com isso se garante

Ulisses Reis®
08/07/2016

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Ariana

Ariana

É de aventuras e muito pioneirismo
Tem na alma o entusiasmo e valentia
De gênio forte, mas sem alégorismo
Não fracassa, luta é muito bravia
Ataca como fera o tirano e aforismo
Ama a liberdade e ideias novas
Lidera como ninguém nunca no abismo
Teimosa e argumenta com inquietude
Com energia invejável sem anacronismo

Ulisses Reis®
08/07/2016


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Nua e Crua

Nua e Crua

Toda mulher é desejos e libido
Mas a quem escolhe e sussurra
Se revela também na escrita
Como essa linda e eloquente
Que a meia luz é bela poetisa
Com voz a rouca e ofegante
Desconexa mesmo assim é mulher
Dos pequenos desejos rompantes
Da revelação exuberante
Na noite se faz toda ardente
Palavras fazem o exitante
Conexão de espasmos de debutante
Arfar no ouvido delirante
Sussurrando gemidos quentes

Ulisses Reis
21/09/2014


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Vestida e sóbria

Vestida e sóbria

Vivendo nua ela é realmente crua
Mas não sem sabor, tem tempero
Que se faz na mais firme forma
A sedução desperta exageros e tesão
Tem fome de calor e esquiva a solidão
Na boca e careta rodopia e fantasia
Desejada é pura ficção, silhueta abusa
Tem contornos, pico e curvas de frente
Ela dança como um ser freneticamente
E deixa nos homens alusão na mente
Nunca transpassa um limite de aproximação
E dessa maneira lânguida e vaidosa a mulher
Que em casa é uma companheira valorosa
Se deixa ser o ícone de apreciação e vontade
Da lassidão e toda depravação dos outros
Onde mora no imaginário que é a questão
E se faz aqui desinibida com muita qualidade
E sempre internamente vestida e sóbria
Só vem ganhar o dia seguinte e o pão

Ulisses Reis®
30/05/2012



Senhora geografia

Senhora geografia

Essa mulher que tem bula
Precisa e necessita de coisas
Que seja para ela sem efeito
Nada de sentimento colateral
Mas com vicio de paixão fatal
Que atenda as necessidades
Que venha com carinho e vontade
Mas sempre com uma pimenta
Se possível no ouvido, obscenidade
E na boca beijos de verdade
Nas compras lembranças fúteis
Na cama experiência com risco
Onde se lembre dos contornos
Pois é rica a mágica geografia
Não se fixe em um ponto único
Faça-a reagir no agudo agora
Sem espera carinho na hora
Faça nela aurora e senhora
Pois nela existe fogo e pólvora
Uma sonhadora e linda professora
Também víbora e Pandora

Ulisses Reis®
30/05/2012



sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Descobrir

Descobrir

Não quero você simplesmente nua
Quero sim o desejo de te degustar
Sem que tua roupa eu tenha que roubar
Quero sempre sonhar com as curvas
E fazer de ti escultura do meu tocar
Sentir o perfume que exala em momentos
Aquele que divide tua geografia
Com o meu aguçado olhar, em ti sensorial
Despir-te dos medos e ansiedade
Desnudar todos os teus desejos e luxurias
Quero que venha solicita a me revelar
Cada parte de uma maneira impar
Deixando que a visão faça todo o sentido
E assim devagar vou eu conhecer tudo
Até o desenho do umbigo

Ulisses Reis®
07/08/2011

Para Helô Muller

quarta-feira, 23 de março de 2011

Viagem e palavras

Viagem e palavras

Muitas vezes esse teu olhar
Que vem de cima do cabeçalho
Vem como um raio, lightning
É tão forte que me assusta
Traduz tudo que de ti leio
Voracidade e distancia, alheio
Fico pensando num sorriso, meio
Daqueles que não foram para mim
Onde de passagem resvalei-o
Mas me encanta até teu silencio
A importância é que posso e leio
Os teus escritos não só de soslaio
Mas uma vez se solto, foi quando
De vestido vermelho, me veio
E a inspiração, foi aturdida, receio
Que de ti não tenho uma palavra
Mesmo que seja no meio da viagem
Que tu tenhas belas paragens

Ulisses Reis®
15/03/2011

Helô Contida

Helô Contida

Rendição à exuberância
As curvas e a existência
A boca sem reticências
Os vocábulos na audiência
E você muito consciente
Que faz de tudo que pode
Para manter essa louca presa
No sentido da tua libido
Na luxuria em ti contida
E essa coxa tremula
Que você não deixa solta
Que venha uma mão profana
De um marginal sem estância
Vasculhe cada poro, arranhe
E depois beije teu colo, menina
Vem embora deixa se revolte
Beije-me de volta

Ulisses Reis®
15/03/2011

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Vermelho


Vermelho

Nada aqui é banho Maria
Tudo aqui é fogo e libido
De vermelho instigante
Vem com a força de Aires
Inflama a visão, pura seduz
Com olhar faiscante e me reduz
A presa fácil da tua luxuria
Essa acesa fogueira da paixão
Com empolgação no  olhar
Ardorosa vibra pelos poros
Deixa a sensualidade no ar
Capaz de fazer uma ereção
De longe sem tocar, no olhar
Não pertence a normalidade
Nunca foi de poucas bobagens
Sempre alucinou e ferveu
Quando quer mexe com essência
Pois sabe bem da capacidade
Do fascínio e da impulsividade
Com tempero faz alquimia
Como mulher é gata arranha
Não só mia, ai me deixa prostrado
Inerte muito feliz, mas acabado
Veste-se com esse vermelho
E saia, pois o desejo foi realizado

Ulisses Reis®
12/01/2011

Revelo


Revelo

Desfila meio oculta
Com sensualidade
E jeito de maluca
Mas sabe deixar fresta
Na imaginação e curvas
Tua insinuação e tudo
Com jeitinho e libido
Vem e me faz ter sentido
Mostra silhueta velada
Difícil ver direto pelada
Usa o sentido da visão
Como um instinto ousado
E assim me deixa alucinado
Pois crio uma imagem
No tato delicado no tecido
Que reveste teu corpo
E consegue um relevo
De muita sedução
De total e maravilhosa
Excitação

Ulisses Reis®
12/01/2011

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Meu gostar


Meu gostar

O que te gosto
É o sabor do pecado
Sem querer o profano
Mas a liberdade
De escolha

Que te gosto
E o sabor do beijo
Com pimenta
E chocolate

O que te gosto
E a linha
Do corpo
Sinuosa delicia

O que te gosto
E esse teu olhar
Matreiro
Que tem um que
De arteira

O que te gosto
Esse teu cabelo

Ulisses Reis®
03/11/2010

Para Helô Muller

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Resina


Resina

Resina de lagrima
Tomando cerveja
Coração apertado
Saudades de ti
Pois cada ser
É único e também
Você
Assim esta comigo
Sempre e me transforma
Saudades de ti

Ulisses Reis®
25/10/2010


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Pura

Pura

Mas na cama ela é solta
Na cama e verdadeira
Assim deixa a louca
Que ferve nua em pelo
Deixa todos os apelos
Vibrar e fluir até cabelos
É fêmea com parceiro
E mulher do macho
Não é um capacho
Pois tem também
Desejos e vontades
Que na cama revela
E pelo par é satisfeita
E assim com ar de doida
Ela só é ser em pelnitude
Cheia de atitudes
Ela é um ser de virtudes

Ulisses Reis®
12/09/2010

Para Helô

domingo, 29 de agosto de 2010

Pronta esta


Pronta esta

Não espere a metade, não seja mais perversa consigo mesma
Esse que tu espera, vira mais de uma maneira inesperada
Mas saiba ler os teus sentidos e verifica cada olhar
As vezes um sinal distante pode te levar a realizar
Pois na imaginação que flui, leva a energia do pedido
Sabe bem que o Universo conspira a favor da palavras dita
Então que se prepare, pois a cada momento fica perto amar
Seja plena e inteira, pois você é uma mulher guerreira
Então não se sinta só, mas num momento reflexivo
Pois teu ar sei bem que é lindo e maravilhoso, altivo
Esqueça o passado que foi decepção, foi grande o aprendizado
Alimente-se de harmonia, beleza todos os dias
Queira a alegria, a felicidade alheia, um bom dia e sorriso
Tenha paixões por uma flor, um gatinho, um sabor
Pois o amor tem que ser incondicional, já se foi adolescência
Agora é a lutadora mulher madura, que sabe o que quer da vida
Não mais ser usada e ter a imposição, quer amor de cumplicidade
Quer companheiro que ama contigo estar, presente e atuante
Nada só contigo desfilar, mas saber do aniversario
Chegar sedo beijando muito e abraçar, surpresas pequenas
Mas que fazem tudo na vida valorizar, disponibilidade para ouvir
E depois de jantar ler nos olhos a ternura de uma mulher
Com alquimia e empatia e muito ardor e libido a te mostrar

Ulisses Reis®
21/08/2010

Para Helô

Mulher feliz


Mulher feliz

Essa tua devassidão
É e capaz de tudo
Não é violação
E amor de paixão
Lógico que encanta
Faz desistir do trabalho
Querer beijar teus apelos
Teu sangue ferve
É um presente ao homem
Fico imaginado, não reclame
Pois a libido e contigo
Por ela dividindo
Essa mulher surpresa
Essa que tem destreza
E desfila toda beleza
Neste momento mostra
Todo teu tesão
Mamilos teso
Água na boca
Teu perfume no ar
Erotismo na pele
E você se reveste
De loba com par
Amei a devassa
Que isso sempre
Se faça

Ulisses Reis®
21/08/2010

Para Helô

Mulher crua e nua


Mulher crua e nua

Ela vive nesta sociedade hipócrita e vazia
Ela tem que ser a santa perante todos
Principalmente durante o dia na velha igreja
Aquela judaico-cristão, castradora na América Latina
Que queimou bibliotecas e ensinamento em outros dias
Que queimo mais de 50 mil mulheres na Santa inquisição
Em nome de Deus, que isso não ensinou não
Ela tem esse papel, por boas razões
Mas na cama do seu macho e puta de fato
E lá tem direitos de fazer do sexo, arte com jeito
Ser a mãe da terra no altar pagã, ser a que germina
E dá vida ao homem, mas também pode usar o corpo
Conforme a fome, desejo, luxuria e a libido
Pois é Rainha e também quer e é bandida
Faz o que o homem pede, mas é ela que escolhe parceria
Nunca pense que conquistou uma mulher, algum dia
Foi a fêmea que sentiu cheiro de Lobo alfha
E deixou sinais e perfume, sedução e depois se deixa fazer
Mas ela que tem o poder

Ulisses Reis®
21/08/2010

Para Helô

sábado, 21 de agosto de 2010

Tranqüilidade



Tranqüilidade
Um ato uma bravata
Amar ao meu ver
Não é ceder mesmo
Sentir não é anular
Nele pode haver
Brincadeiras nunca
Asneiras
Descalça e pé no chão
No coração desejo
E muito tesão
Partilhar e ter união
Te leio e te dou vazão
Não com ira, mas juízo
Assim vai se o não bom
E fica lucidez e razão
Circunde a si mesma
E vira a esquina
É bom sair da escuridão
E era uma vez a rejeição
Ulisses Reis®
06/08/2010
Para Helô