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terça-feira, 8 de maio de 2012

Corpo e nua

Corpo e nua

Essa prende de longas madeixas negras
E um olhar forte constante desfila
Num vestido fino e de botões
E dentro um corpo de prenda flutua
E a deixa com as curvas esta nua
Faz a imaginação ser a mão e o tato
Desenhando com os dedos as ancas
Enquanto respira na boca arcanjo
Que caído lambe os lábios e prende
Com força o corpo delgado essa prenda
E faz arfar e sentir o tecido pele crua
E iluminados somente pela nossa lua
Então venha a mim e o beijo continua

Ulisses Reis®
22/04/2012

Para Mari Rezi 

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Sonhando com Prenda

Sonhando com Prenda

Por mero acaso o Universo cruzou
Caminhos desconectados e abusou
Trouxe uma Prenda de longe, mas fogosa
E ao poucos se liberta e flui a libido
Deixando o que estava nas profundezas
Com um duas gotas de pimenta e safadeza
Vem com batom vermelho acesso
Nos lábios que me atrai e fascina
Não deixe que o sonho vá embora
Vem e com tuas coxas me prenda e enrola
Seja realmente doce e luxuriante Prenda
Então com um sorriso meio tímido
Com um olhar de mulher inteira
Que sabe deixar um homem de pernas moles
Vem devagar e acenda e faz de mim tua fogueira
Pois guardou por muito tempo, desejo e fantasia
Agora assim meio no escurinho seja minha

Ulisses Reis®
25/01/2012

Para Mari Rezi

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Branquinho II



Branquinho II

Esta Prenda sorridente
Vem a mim e causa alegria
Como ela eu também prefiro
Um negrinho molenho
Para comer furtivamente
E assim satisfazer os hormônios
Que ferve neste verão tão quente
Mas não só o sol que a deixa ardente
Tem o lado da mulher presente
Que desfila radiante de lá para cá
E na fronteira de Uruguaiana
Me fez sentir a energia que vem fervente
Então abra outro sorriso
Com estes lábios rosados
Nos quais deposito branquinhos
Com sabores e melados obviamente
Mas tua simpatia aqui se faz presente
E deixa esse teu interlocutor inspirado
Não a deixarei na saudade, poemas e prosa
Viram assim facilmente com carinho
Não serei como gaudérios ausentes
Sou Paulista de Rancharia
E a Prenda vou eu poetizando!

Ulisses Reis®
20/01/2012

Para Mari Rezi

Branquinho

Branquinho

Ela é da fronteira e parece uma guria
Mas é Prenda de lábios parelhos
Que destacam e formulam a beleza
Muitos tercearian a ferro numa peleia
Pelas graças e um lindo sorriso
Mas hoje é a Prenda que faceira
Sai a desfile fotografando os xirús
Escolhendo devagar e sem pressa
O mais encantador e proseador vivente
Então toda maravilhosa e contente
Assim hoje na fronteira vive sorridente
E agora que a vi, sei que aqui distante
Vou eu ser um Paulista amigo e ativo
E para tal Prenda que se destaca
Meus braços em torno, num quebra costelas
Para proteger do minuano e de qualquer outro
Gaudério

Ulisses Reis®
20/01/2012

Para Mari Rezi