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sábado, 31 de outubro de 2009

Vocacional


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Vocacional

Gosto de parecer tolo
Sou natural
Não tenho medo do sentimento
Sou emocional
Amo muito e lógico me envolvo
Amar é legal
Depois eu sofro
Viro germinal
Sempre serei ridículo
Espontâneo acidental
Sempre vou arriscar
Por isso às vezes amoral
Sei que serei famoso
Assim todo mundial
Caminho e respiro vida
Nada de anticoncepcional
Só é meu o que esta aquieu
O par sempre livre e com astral
Com isso tenho vida, muito amor
E nada será perdido
Sou consoante e vogal

Ulisses Reis®
28/10/2009


Servir ouvir


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Servir ouvir

Um ser nunca será pequeno ou grande
Pela imagem e nem pelas palavras
Será um gigante ao fazer e ter ação
De bem com todos e a sim mesmo
Não sendo egoísta e também nada
De simplista
Não aceitar o erro mesmo com o amigo
Dizer o que deve, mas não interferir
Sentir a dor dos outros e nunca ferir
Compartilhar conhecimento
Sabendo o caminho
Ajudando o outro a ir
Não importa se ele nunca abriu
A porta
Nem para ouvir
Nem água te servir
O que importa e o que senti
No momento de estar a prover
Uma situação de bem querer
Deixe o coração de levar
Assim serás grandes
Um iluminado a crescer
E o resto é só viver
Com muitos sorrisos
Ver

Ulisses Reis®
27/10/2009


Onde


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Onde

À noite e muitas estrelas
Eu sou pensamento centelha
Onde esta minha guerreira
Na lua ou na falta de fronteiras
Na planície ou naquela beira
De abismo derradeiro
Lugar sem luz não alvissareiro
Lá nunca deixa viver
Pois não a premio nem amor
Cadê você batalhadora
Espero que bem e vencedora
Da luta diária avassaladora
O dia vem e traz a aurora
O novo ciclo não demora
Viva o agora

Ulisses Reis®
27/10/2009


Beijo Consorte

Beijo Consorte


Delirante é esse beijo queimando

Deixando meu pensamento no paraíso

Com sabor de cravo e amora

Gostoso com suavidade da amada

Num encontro tudo em volta parado

Nem estrela se mexe no espaço

Deixa todo o nosso cansaço

Num lugar longe, aqui suspiro

E total delírio, lábios e espírito

Nem precisa de loucura, só instinto

Deixa sorver teu gosto vinho tinto

Não pode haver limites, só improviso

Nos olhos semi-abertos perda de juízo

E assim arde o sentimento regozijo

Aqui na tua boca és meu norte

Aqui me faz um homem forte

E assim ao te beijar sou puro

Consorte


Ulisses Reis®

27/10/2009



Anjos


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Anjos

Dentro de mim tem um oceano
De loucuras e monstros bravios
De explosões e caudalosamente
Perigosa
Onde estrondo são ouvidos
Ao longe
Gritos enfurecidos dos anjos
Que habitam e se esconde
Onde eu não deixo que saiam
Dentro de mim moram muitos
Com perfume inebriante
Sabores que te deixam ofegante
Com palavras e sentidos brilhante
Assim faço a fúria extrair sentimentos
Dos ouvintes e das minhas próprias
Lembranças
Estou sem ar, é o fim

Ulisses Reis®
27/10/2009


Anjo caído


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Anjo caído

Um corpo que deseja
Sentimentos que almeja
Imaginação nos braços
Puro encanto que estremece
Quando chega e anoitece
Pois vem a calma e o toque
Sem pudores nem rancores
Teu corpo logo terás sabores
De avelã e a suavidade da lã
Sempre quente e atiçando
O fogo em mim despertando
Tenha tudo some meus valores
Que seja intenso, insano
Atrevidamente profano
Sem nenhum engano

Ulisses Reis®
27/10/2009


Show


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Show

Antes que seja tarde
Venha como eu observar
O canto do passaro, minha sabiá
Não deixe para lá a nuvem passar
Ai perto tem arvores floridas
Não deixe isso, pois é natureza viva
Você é parte também da beleza do olhar
Deguste o vinho da vida, sem se embriagar
Nem pense em desanimar
Pois eu sou o teu chato
Vou te lembrar
Antes que seja tarde
Você é especial, não só para mim
Mas para aquele ser maravilhoso
Que teu corpo é receptáculo
Olhe no espelho
Tu és o maior show
Sim você é um espetáculo
Neste novo dia, meu sorriso
Meu carinho e afago conciso
Agora linda, emana energia
Neste belíssimo riso
Estou no paraíso

Ulisses Reis®
25/10/2009


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Ponta de faca


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Ponta de faca

Quero muito você viva
Cheia de amor e alegria
Não vá para lá, é muito
Fácil
Tua tez não merece
Rugas e ilusão
Já conhece essa ilha
Quando lá esta tudo e todos
Só mentiras
É navegar em si própria
Tua receita não pode ser
Saúde em pequenas doses
Mulher você é grande
Fascina e tudo que queres
Pode
Desista de dar teu sangue
Para aqueles que já estão
Mortos
Venha te afago e escuto
Pare de esmurrar ponta
De faca
Você nunca foi fraca
Eu acredito e ainda não desisto

Ulisses Reis®
24/10/2009


Pedra e sabão


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Pedra e sabão

Não sabes porque aqui habitas
Sois inteligente fixe, acredite
Não te abandono, pois te gosto
Sei que os dois precisam de apoio
Mas não distancie, seja verdadeira
Como eu respire e freie
Um instante de inspiração
Veja já teve tua cota de ilusão
Dela vieram dois tesouros
Então não seja egocêntrica
Aceite tua atual situação
Mulher linda e madura
Deixa a menina de shortinho
Para teu homem no colchão
Em pé mais consciência e
Muita concentração
Rapidamente esquece o acordo
Sei que é tácito, não foi nem
Será registrado
Mas cadê tua palavra
Ninguém disse que seria fácil
Mamão com açúcar?
Aqui é pedra e sabão
Ainda tem muito chão
Mas na parceria e ajuda
Assim duas construções
Com toda minha compreensão
Não faça que não vê minha
Mão

Ulisses Reis®
24/10/2009


Luz


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Luz

Sempre discussão
Qual alternativa
Será que há precisão
Que caminho vou
Estou perdida, para ele não!
Vou ter carinho e afago
Mas com isso não tenho
Apego
Prefiro o desterro
Onde amigos vampiros
Ainda me abrigam
Lógico que com condições
Deixar que me suguem
E assim deixam-me
Na escuridão, mas ele não!
Pois ele só me quer
Linda, iluminada e feliz
E sempre amada
Porque não me destrói
E acredita em mim
Belíssima e feliz
Em construção
Não, meus amigos
Me levam bem
A minha desintegração

Ulisses Reis®
24/10/2009


Conceito


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Conceito

Assim eu então com jeito
E muito a ti tenho respeito
Deixo um carinho feito
Poesia, quero sem defeito
Onde meu amor estreito
Por ti que amo satisfeito
Já que fui ai eleito
Penteador de Palavras
Trago-te dentro do meu
Peito
Mas sou muito suspeito
Pois recebo muito de ti
E às vezes sou rarefeito


Ulisses Reis®
24/10/2009


Beatnik


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Beatnik

Amor, também tenho escuridão
Gosto muito de Kerouac
Allen Ginsberg
Álcool e às vezes muito
Chocolate, você meio amargo
Eu doce e delírios
Mas a luz lhe deixa
Sempre bela, ainda acredito
Que você e teu intelecto
Vão sobreviver a falta de
Razão
Mas pode ter certeza
Não me carregas para o limbo
Pois sei que lá não vivo
Quero mais brilho nos teus
Olhos
Pois neles deposito minhas
Glorias
Só te cobro pois é mãe
Nesse plano não este só
És responsável por ti
E teus tesouros
Mas sinto tua falta
E a preocupação
Não desista, tenha pela vida
Paixão
E sempre aqui esta a minha
Mão

Ulisses Reis®
24/10/2009


Uma Flor


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Uma Flor

Saudoso de você em competi-o
Pois tira meu tédio
Valoriza a conversação
Tens vocábulo e oração
Deixou-me só e órfão
Sei que trabalhas
E se cansa, falta a dança
Ou não, pois rebolas na
Vida e desvia dos obstáculos
Por isso merece flores
Para dos pés tirar as dores
Dou graças, pois nunca
Será Dolores
Sempre será dona do destino
Não vai agüentar qualquer
Desatino
Mas sempre apareça e terá
Carinho e afago, um beijo e
Uma flor

Ulisses Reis®
23/10/2009


AP VIII


AP VIII

Sem os olhos fitar
Meus sentidos aos
Poucos vão acelerar
Boca carne rosada
Ombro poderoso
Sentir mesmo no
Sonhar
Esse teus braços
Entrelaçar
Do coração do poeta
Aumentar
Sem querer você
Mexe com a
Minha inspiração
Deixa também
O ar cheio da tua
Presença
Não importa onde
Você esta
Quando passo e
Você que quero
Olhar
Um minuto vale
A felicidade de uma
Cachoeira
O cantar da sabiá
O por do sol
O carinho do teu
Conversar

Ulisses Reis®
02/10/2009


terça-feira, 27 de outubro de 2009

Tento Hai Kai


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Tento Hai Kai

Manto que cobre e aquece
Nunca me falte
Anoitece

Luz que irradia não
Deixe que se esfrie
Estrela minha

Busca interior que
Floresce espinho cresce
Sangue escorre

Olhar de ternura jeito
De bravura, beijo agora
Logo amanhece

Sono que não vem
Poema insistente veio e ficou
Papel fixou

Escreveria sempre
Mesmo não sendo ardente
Uma pizza de alho

Ulisses Reis®
18/10/2009


AP VII


AP VII

Tem libido ávido
É morena cor de cravo
Belíssimo corpo, meu alvo
Sabe que me encanta
Sorri eu desabo
Tem argumentação
Eu só aplausos
É de bem se portar
É senhora de si
Deus me salve
De nunca longe e
Ela não quero brava
Mas muito carinho
E que os deuses a
Guarde
Com esse porte de
Mulher-menina
E as varias curvas
Perigosas
Me mande um salve

Ulisses Reis®
02/10/2009


Pagãs


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Pagãs

Tenho muita esperança
Do que?
Vida e inteligência
Não só beleza e aparência
Como libriano, busca ardente
Mastigar uma rosa nos dentes
Instigar ou mesmo profanar
Idéias velhas, doutrinas vãs
Mundos pequenos e pagãs
Mulheres fúteis e órfãs
De sentimentos folclóricos
Onde o príncipe é primas
Nada de realidade fugas
Quero mais a liberdade
Do vizinho
Som alto em desatino
Pois assim meu silencio
Não incomoda
Mesmo que seja em
Palavras sem modos
Tenho o Espírito Livre
Sou demasiado humano

Ulisses Reis®
18/10/2009


Nada Fútil


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Nada Fútil

Sinto falta da flor e do carinho
De um sentimento e do ninho
Isso é coisa de um grande menino
Lembranças de um útero
Onde foi morada e destino
Só às vezes me faz falta
Um olhar meio entreaberto, rasteiro
Não é mais desejo de sonhador
É profissão de quem vai encontrar
Sim parceira e afago com ardor
Não me faz pequeno querer amor
Só me constrói a forma e labor
Por isso não me julgue piegas
Sou somente eu mesmo e só
Não me prometa nada em Las Vegas
Pois minha parceria não vira pó
Terá concreto na solidificação
Pois estou em pleno boom da
Construção

Ulisses Reis®
18/10/2009