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terça-feira, 28 de junho de 2011

Confundir

Confundir

Não para cedo ou tarde
Por causa da idade
Agora tenho prazer
Renovado
E mais acuidade
E nos erros eu freio
Por ter elementos
Que são razoáveis
Medo isto agora
E pura bobagem
E que construamos
O bastante na vida
Não o ano inteiro
Só a nossa metade
E o que desejamos
Vira com facilidade
Assim reconheço
Que amar é fato
E nos ossos fosfato
Descobrindo o sol
Que vem ilumina
Para anunciar a vida
Que é tudo de bom
E saber decidir ou ir
Conduzir ou fundir
Vamos a todos confundir

Ulisses Reis®
26/06/2011

Para NEO T

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Aurora

Aurora

Tornou-se mais que irmão
Temos parceiros na prosa
E nas muitas e lindas rosas
Que cultivamos ao longo
De uma estrada sem fim
Que nos leva a liberdade
Expressar tudo a afim
Mas foi num instante mágico
Onde cada um teve um olhar
Para o amigo que aportava
E que não se deixo melindrar
Em conjunção de espírito
Dividiu o pão e o abrigo
Então não posso deixar passar
Pelo mundo uma linda figura
Que me encantou com o saber
Que tudo na vida é efêmero
Mesmo o sangue fervendo
Sinto tua falta no sorriso
Na malicia e na cozinha delicia
Mas irmão, ainda vamos caminhar!
E muito sol no crepúsculo vigiar

Ulisses Reis®
19/06/2011

sábado, 18 de junho de 2011

Minhas pétalas

Minhas pétalas

Eu que vislumbra as tuas pétalas
Servi-me da maciez e alfazema
Que me deliciei com o perfume
E que conheci sim a essência
Da beleza que a poucos mostra
Que vem de dentro de amostra
E deixa que pense que é oposta
Eu deslizei minhas mãos nas costas
E senti o revelo arrepiada resposta
Troquei de sabores com ardores
Olhei-te andando e faceira
Nossa magistral Lilith feiticeira
Agora me rendo totalmente
Sem nenhum medo recente
Sou eu o gerente do caminho
Que me levou ao teu carinho
Então passo a mão nas pétalas
Que caricias sempre mereceram
Que não a deixo sem meu afago
Minha flor que ilumina é luz
Vem pertinho já me seduz
Diz que não tem culpa e dó
Sei que não vai me esquecer
E sim será o afago que preciso
Aquele que vem e faz colo abrigo

Ulisses Reis®
18/06/2011

Para NEO T e EU

Amalgama Concreto

Amalgama Concreto

Não me sinto homem fraco
Ao te demonstrar e chorar
Mas sim em desmoronar
Não quero que pense
Nem um instante que causo
Para te deixar mais perdida
Só não quero que fuja
De nada sou eu arrependido
Talvez de mais um beijo
Que não lhe dei, um abraço!
Ficou lá naquele dia fundido
Eternizado na minha mente
Você ficou eu parti demente
E agora aqui e assim ausente
Tu és o presente o cara quente
Que vive e será consoante
Na unidade dos vocábulos
Você nunca foi uma fabula
É ser concreto e imperfeito
Em ti balsamo e amalgama
Amarra a alma e o corpo
Faz suar no inverno ardente
Meu ser que ilumina querente
Agora sei mais que nunca
Você é futuro vibrante

Ulisses Reis®
18/06/2011

Para NEO T e EU

Lagrimas

Lagrimas

Agnóstico não ortodoxo
Mas acredito no relógio
E ele me diz que é hora
De manifestar a você
Um lindo e feliz lugar
Fica bem pertinho de ti
Mas é difícil de entrar
Vai ter que lutar quebrar
É o teu coraçãozinho frágil
Lá você vai encontrar mel
Muitos sorrisos e um véu
Que cobre as muitas feridas
Mas não se preocupe eu cuido
Não é esse o lugar ai dentro
Que quero, vá mais fundo
Olhe parece pequeno não é
Tem uma outra dimensão
Cabe lá o filho, pai e mãe
Até irmãos que não deviam
Mas lá habitam desejados
E neste cantinho secreto amam
E sabem que o amor os envolve
E ai que eu vi primeiro sem tato
Neste lugarzinho que me faz chorar
Fui nele que soube que podia amar
Nele encontrei meu cantinho quente
Gostoso de estar, feliz é poder ficar
Vem comigo eu te mostro, acredite
Faz tempo que você mesma não vem
Ele não é perfeito, mas ajustável
Não pode ficar muito sem vir visitar
Ele não mais pertence só a você
Um pequeno pedacinho roubei
Não brigue comigo não devolve
Desculpe meu amigo é um pedacinho
Para que eu possa viver e ter abrigo

Ulisses Reis®
18/06/2011

Para NEO T e EU

Indulto

Indulto

O mundo não é justo
O universo é curto
E você é bom junto
Mas foi um tributo
Colar e ficar mudo
Agora escrevo ruivo
Não serei o rosa fundo
O acaso virou ocaso
Para a tua lua eu mudo
Não tenho jeito de surdo
E não quero você em surto
Na floresta eu escuto
O Sátiro e ele é bruto
Ao Fauno um abrupto
Colisão de beleza eu furto
De ti tirei a paz um absurdo
Mas não foi intenção eu luto
Não se apaga a fome de fruto
A lua eu e você num vulto
Se misturão, sim futuro adulto!
O instante é tumulto
O saber em nós não é oculto
Deixe de lado o insulto
Siga teu caminho que é culto

Ulisses Reis®
18/06/2011

Para NEO T e EU

Escutando Pink Floyd

Escutando Pink Floyd

Escrever neste instante é o que me resta
Não digo que não sofra, mas tem lagrimas sim!
Não posso evitar eu queria ser o socorro
Do teu lado ficar e apertar  muito e dizer
Que aqui o amigo nunca se desfaz
Ele muda de forma e liquefaz
Vira vapor e inunda teu corpo de calor
Mas esta presente na musica no lar
Nem imagine distancia fugir ou refugiar
Não foi culpa de ninguém o Universo
Diz; nada é mero acaso sim eu caso!
Mas deixa para lá depois de se enxugar
Não deixe que eles a façam chorar
Pois não vale a pena se lamentar
Mas sei que tem um sentimento lindo
Que para mim nunca foi só uso
E que tenho dentro desse ser, lugar!
Que me guarda com saudades e afeto
E flui tão intensa e precisa, que é parte!
Já misturou o cheiro, deixa para lá
Escute a musica a me embalar
Eu sou feliz, muitos nem perto foram!
E eu tenho que ficar e carinhar

Ulisses Reis
18/06/2011

Para NEO T e EU

Fly

Fly

Tudo que nos vem, coisas e seres!
Trazem energia a aproveitar
Desde que seja verdadeira em lugar
E eu me sinto bem em você acreditar
Pois sinto de longe tua angustia
Em querer não ferir nem machucar
Mas as escolhas nos levam para fora
Da gente mesma e fica tudo a rodar
Não deixa o pé firmar e solidificar
As hélices ficam a girar e cortar
De pedaços de nos aos sonhos sangrar
Mas há sempre um lugarzinho em comum
Onde podemos nos encontrar na mente
E cada um vai lá buscar o sabor e o ardor
Por que não há mais como retornar vem viajar
Comigo para o nunca, sei que tem o sempre
E aqui fico a escrever sem parar
Pois não quero deixar de pensar
Que o amanhã . . .

Ulisses Reis®
18/06/2011

Para NEO T e EU

Hermetico

 
Hermetico

Não pode ser triste nenhum momento
Desde o primeiro oi como vai?
Então não vai ser agora que fortalece
A amizade que vem e esclarece
Não vou deixar você fugir
Não importa se Oiapoque ou Chui
Mas o importante é que me quer perto
Na amizade e na nossa mente
Me fez o bem gostar e saber de ti
Que sou por você querido e confia
Então venha aqui muitas vezes ao dia
Para ler e quem sabe, até comentários!
Você não tem idéia do que me ensinou
Nunca vai deixar de aqui dentro estar
Agora as promessas vão se realizar
Cada palavra guardo como um elefante
Esquecer não tem jeito e o Universo
Sabe realizar as coisas boas em versos
E tudo que há de sabor e cor fica comigo
Pois em ti fica um suspiro até o próximo
Capitulo

Ulisses Reis
18/06/2011

Para NEO T e EU

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Percebeu

Percebeu

Agora que estou próximo sei que ela viu
Talvez a primeira a reconhecer esse vil
Que fez mudar o humor da Magrela, que riu
E como mãe nada passa em branco
Já sentia que ela estava amando
Por que gerou e sabe que ela não é anjo
Mas que enfrenta tudo e todos, leoa!
Mas tem muito da Mãe nas entranhas
Talvez não seja querida por todos
Mas sei que essa sogra não deixa faltar
A presença mesmo no virtual e espiritual
Freqüenta e é assídua, pois a Magrela!
Mesmo crescida é a menina atrevida
E por essa mãe amada e querida
Preocupa-se e sabe ler o jeito de estar
Já faz dias que pergunta dessa alegria
E hoje aqui venho me apresentar
Espero que leia e abra um sorriso
E não ache isso um grande abuso

Ulisses Reis®
10/06/2011