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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Sentimentais

Sentimentais

Quero você sempre aqui
Me escrevendo esses teus
Maravilhosos comentários
Que me animam e fascinam
Não queremos muito, não é amiga
Para nos é simplesmente o amor
Mas com retorno e carinho
Mesmo quando nos deixam
Elas não saem do pensamento
Para nos o elemento principal
É o amor com lindo sentimento
E nos agarramos ao fato
De que somos bobos ao vê-las
Assim meninas tão faceiras
Mulheres extraordinárias
Musa de corpo mudo, mas inteiras
Com somos sentimentaloides
Mas não desistimos dos elos
Queremos muito o nosso choro
Mas nada de nos tornamos amargos
E nos nossos braços carinhos

Ulisses Reis®
22/10/2011

Para Paula Kelsch

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Você e eu

Você e eu

Como declaramos o amor
Por elas eu e você com furor
Há que nos aguardem quem espera
Pois serão amadas e as mais belas
E nossa intensidade requer acuidade
Para sentir as pequenas e saborosas
Nuances próprias de cada mulher
Você e eu degustamos não somente
Uma mulher, pois amamos o ser
E as qualidades e também as curvas
Onde sabemos tocar e fazer sentir
Estimulamos sensações que outros
Deixam de lado e já vão ao fim
Queremos e damos um cuidadoso
E muito prazeroso prelúdio
Onde o centro do universo e o par
Nosso sol se torna à amada impar
Que traduzimos não só nos versos
Mas com lábios colados envelopamos
Nos braços e no peito reivindicamos
Teu ser e corpo que temos muita paixão
Para nos a mulher é o prefácio de união

Ulisses Reis®
20/10/2011

Para Paula Kelsch 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Linda mulher

Linda mulher

Que lindo um ser pleno
Que vem e sai para vida
E veio sem o remo
A deriva, mas sem agonia
Esperar pela tia nem de dia
Ir ao encontro da alegria
Na noite mesmo ela vazia
Tem que ter valentia
E orgulho de fazer o destino
Escrevendo as lindas poesias
Que me alcançam e afetam
E me fazer refletir e pedir
Faça uma ao menos por dia
E deixa de lembra da cama
Que às vezes parece faltar
Calor, mas é só guardar o lugar!
Pois sei que o amor esta perto
E quando menos espera desperta
E tudo que corria morro abaixo
Vem como fogo morro acima
E mulher que te quer não se segura
Beija na boca noite e dia

Ulisses Reis®
26/09/2011

Para Paula Kelsch

Nau fêmea

Nau fêmea

Seja ela aquela
Com tudo que o teu desejo espreita
E que reflete também a libido dela
Na tua boca que vai encher de beijos
É nela que você se reflete
Com ela você é a mais bela
Pois é teu espelho onde reflete
O ardente velame da paixão
Que tu como nua e fêmea
Leva e lava com suor
Aos corpos de duas fêmeas em cio
E no silencio vocês nunca são vazio
Mas síntese de colorida união
Rosada pele macia que não rejeita
Os vinte dedos e quatro mãos
Deslizando onde seria profano
Conduzindo onde não a mais pano
Demarcando cada curva e revelo
Se bebendo nos beijos
Se degustando nos ouvidos
Saboreando lindos gestos e gemidos
Duas nuas ao vento solene
Onde tudo fica perene

Ulisses Reis®
26/09/2011

Para Paula Kelsch

sábado, 24 de setembro de 2011

Não abro mão

Não abro mão

Eu exagero, pois sou falho
Assim espero não virar retalho
Asseverar é inerente do libriano
Mas nunca me desespero, tenho fé
Sim lógico que eu quero aviltar
Sem esmero deixo rebarba a tirar
Por isso sinceridade pode doer
Mas sem austeridade podemos sofrer
Por isso não tenho no âmago destempero
Feito um zero, tenho lá meus elos
Pois com um mero beijo acendo
Mas sem exaspero no coração
Nem refrigero meu sangue em vão
E quando recupero a força e situação
A ti enfim venero de paixão
Como balsamo divino não mercadoria
Não abro mão e você advinha

Ulisses Reis®
30/08/2011

Para Paula Kelsch 

sábado, 17 de setembro de 2011

Afrodisíaco

Afrodisíaco

Assim parecendo batimento cardíaco
Ela é atraída pelo sentido afrodisíaco
Pelo corpo de outra bela musa dionisíaco
Que ama e usa, gosta que lhe abuse, laço
Cheiro de duas fêmeas loucas e liquefaço
Você se deixa levar e na febre de um abraço
Com fervor e palavras lúdicas no corpaço
Da parceira ali estendia e pedindo Baco
Enfeitiçadas uma pela a outra, inchaço
Do contato de vulvas no roçar do amaço
Toma-te todos os beijos e sabores, fármaco
E na penumbra dessa mágica união orgíaco
Nela você com brilho nos olhos pecadaço
Pede e implora que sinta o gosto do melaço
E fazendo gemer numa rouquidão satisfaço
Teu coração já não clama e sim mais um naco
Da cúmplice também no sentimento e cansaço
Juntam-se para dormir num forte abraço

Ulisses Reis®
30/08/2011