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Mostrando postagens com marcador Crista Bachmann. Mostrar todas as postagens
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domingo, 21 de setembro de 2014

Elemento

Elemento

Eu pendurei a lua cheia na cortina escura
Desse infinito para refletir nos azuis
Teus olhos que na janela vigiam o jardim
Onde lá no fundo eu fico namorar
Pois teu carinho e amor no luar trasbordando
Teu maridão e prole também te amando
E eu hoje dou-te de presente essa cheia encantada
Satélite que os enamorados, eternos como você
De longe quem vê pode não entender
Varias vezes até lhe censuraram
Quem esta perto assim como eu recebe amor
Dos olhos teus, muito a cultivar
Mas será que a gente sabe como é
Jardim, marido, filhos e tatu
Somos livres para poder amar
Sabendo sempre onde te procurar
Agora vejo na janela o teu sorriso
Pois a brisa veio avisar que o elemento
O tempo não pode apagar, pois tu és
Puro sentimento

Ulisses Reis®
10/09/2014

Para Crista

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Amada Azul

Amada Azul

Tenho o meu jardim e amo a Dona, também de mim
Ela rega e carrega a terra daqui para lá, planta jasmim
Sou um pequenino mas olho nos olhos e digo assim
Amada e maravilhosa eu sou teu tatuzinho sim
E fazia tempo que não vinha aqui carinhar-te, eu vim
Sei que tem por esse que te faz versos amor sem fim
Então deixa-me deitado nas flores cor de carmim
Pois essa é a paixão ardente, aqui presente afim
De deixar-te feliz e com a saudades do meu confim
Onde estou, as nossas belas flores tocam clarim
Anunciando que tu sempre linda beija o querubim
E que me vê passeando azul no verde capim
Aquele que você molha e desfila teu belo manequim
Que não deixo de fitar e olhar tua passagem carmesim
E quero sentir o máximo tua pele feita de cetim
E as curvas que sobressaem feito um bandolim
Você não pode se esquecer que não sou serafim
Sou um tatuzinho que as vezes vira arlequim
E você me causa aqui ao passar no jardim
Frenesim

Ulisses Reis®
23/11/2013


Para Crista Bachmann

domingo, 25 de setembro de 2011

Timida

Timida

Ela é tão tímida e inocente
Às vezes acho que é muito carente
Com seus cachinhos dourados
E um menininha quieta, uma moça
Mas tem lá seu atributos, uma bundinha
De fazer inveja as próprias vizinhas
Dois céus em azul anil, esses olhos
Ela é o próprio pecado de pele branca
Pode parecer não verdadeiro
Mas essa mulher é apaixonante
De corpo com cinturinha de pilão
Ela afeta não só o meu coração
Mas de todos que envolve andando
Com saltinho rebuscado e brilhante
E essa modéstia que a distingue
Facilita tudo que não a inibe

Ulisses Reis®
21/09/2011

 Para Azul

sábado, 30 de julho de 2011

Bolinha

Bolinha

Eu sinto muito
Mas não era intimo
Por isso não chorei
E aqui eu fiquei
Sem saber aonde ir
O que dizer a você
Perdoe-me por dizer
Mas não tenho afinidade
Com o teu querido cão
Por isso aqui distante
De parecer um frio ser
Mas é que nada posse
Eu querer ou fazer
Além de dizer que
Ainda estamos vivos
E não quero a Azul
Longe ou infeliz
Então me de um sorriso
Um pequeno e lindo
Meio de lado saindo
Mas que me dê um
Sei me chama de bandido
Eu sou um tatuzinho azul
Raro que só se encontra
Naquele teu maravilho
E fascinante jardim
Então me deixa assim não
Eu fico todo enrolado
Feito bolinha abandonada
Lá no fundo do quintal
Isso pode ser fatal

Ulisses Reis®
28/07/2011

Para Azul

terça-feira, 5 de julho de 2011

Azul tatuzinho

Azul tatuzinho

Sou tatuzinho aquele bola
Que toda criança pequena
Com o dedo toque ele enrola
Vira bolinha, Isópodos Terrestres
Em lugares distintos Bicho-de-conta
Tatuzinho-de-jardim,tatu-bolinha
E um engraçado porcas-saras
Mas tu isso porque recebi apelido
Me batizou e agora sou Azul Tatuzinho
E me remeteu a um quintal onde cresci
Ali vi e brinquei com o bichinho
E agora a amiga me vem faz lembrar
Que tive o melhor de moleque
Tinha terra, abacateiro e uma goiabeira
Cortava bambu perto do riozinho
Fazia minha pipas, vivia ao sol
E agora sou uma bolinha

Ulisses Reis®
02/07/2011

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Azul Nietzsche

Azul Nietzsche

Não sou Nietzsche, mas seguirei
Os dizeres dele, e a você companhia
Ao roubar tua solidão vou festejar
Estar aqui e a você presentear
Com o meu jeito e destino
Escrevendo sobre o ser humano
Que apareceu para de um jeito estranho
Marcar presença e trazendo alegria
Me sinto muito bem lhe carinhando
Realmente não sou branco ou preto
Mulher ou homem, talvez um menino
Que faz da vida a grande felicidade
E agora para lá da meia idade
Ter você pertinho para sorrirmos
Das agruras e desmandos até dos tombos
Mas também porque amamos
A taurina é positiva decidida e gostamos
Do jeito que ela nos trata e nos abraçamos

Ulisses Reis®
02/07/2011

Para Crista Bachmann

Crista Azul

Crista Azul

Com o azul desses olhos
Você doce menininha
Nunca vai usar pijama
Nem meia a não ser de renda
7/8 em azul clarinho
Para que assim combine
Com esse dois lagos esternos
Que a mulher matura carrega
E que parecem leves, pluma
No céu estrelas te vigiam
E teu marido com frio
Já cobiça teu corpo, fornalha!
Onde vai derreter em beijos
Mas vai alimentar com lenha
E a musica fazia o ambiente
E assim teu latente e ardente
Violão querente, da mão que toca
E sabe bem os acordes em ti

Ulisses Reis®
01/07/2011

Para Crista Bachmann