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quinta-feira, 26 de março de 2009

Hidalgo II



Hidalgo II
Porque some e é ausente
Já sabes que é um presente
Minha musa das sardas
Não me deixe no chão
De saudades, francamente
Diz um oi sem poesia
Me faz uma visita, tenho ânsia
Quero um gole de cachaça
Dos lábios da pin-up
Uma olhar faceiro e fascinante
De menina esperta
Daqueles de silhueta vibrante
De coxas perfeitas, dessa
Mulher bem feita
Sei do afazeres mas me dê
Prazeres
Venha com ar de Wicca e quereres
Escreva besteira
Não me deixe sozinho
Com o pensamento ausente
Traga as sardas
Tu és um presente
Dos que a gente sente
Falta e recente
Que um ser assim
Não pode escapar e fugir daqui
Nunca!
Nem sempre!
Ulisses Reis®
23/03/2009


Um comentário:

Nana disse...

Porque não me vês

Meu amor adeus
Tem cuidado
Se a dor é um espinho
Que espeta sozinho
Do outro lado
Meu bem desvairado
Tão aflito
Se a dor é um dó
Que desfaz o nó
E desata um grito
Um mau olhado
Um mal pecado
E a saudade é uma espera
É uma aflição
Se é Primavera
É um fim de Outono
Um tempo morno
É quase Verão
Em pleno Inverno
É um abandono
Porque não me vês
Maresia
Se a dor é um ciúme
Que espalha um perfume
Que me agonia
Vem me ver amor
De mansinho
Se a dor é um mar
Louco a transbordar
Noutro caminho
Quase a espraiar
Quase a afundar
E a saudade é uma espera
É uma aflição
Se é Primavera
É um fim de Outono
Um tempo morno
É quase Verão
Em pleno Inverno
É um abandono


saudades de vc. logo, logo voltarei.


bjs


Edna Hidalgo