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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Saudades

Saudades

Vim matar saudades

Dentro de mim verdades

Que o conjunto ao andares

Transborda o tempo e minha

Vaidade

Teus decotes fundos

Nos meus sonhos deslumbro

Costas desnudas e puras

Onde minha boca dominava

Deixou varias maldades

Partículas de aventuras rasgo

Delírios ruidosos sempre trago

Onde andas, para quem se doa!

Teu desenho hoje onde será que

Voa

Consolo-me em silencio

Ou em festas

Teu perfume fulminante

No corpo de outro amante

Adeus finalmente

Ulisses Reis®

04/01/2009



Um comentário:

ana eliza disse...

Nossa amigo,que lindo! vc é d+++!
Adoro vc! Beijos!